quinta-feira, 16 de abril de 2015

Entidades sindicais protestam contra Lei da Terceirização

MOBILIZAÇÃO. Deputados alagoanos que votaram a favor do projeto foram criticados no ato
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Foto: DÁRCIO MONTEIRO
Com faixas e bandeiras, os manifestantes ocuparam toda a Avenida Fernandes Lima, causando engarrafamento e chamando atenção para a lei
Foto: DÁRCIO MONTEIRO
Por: FÁTIMA ALMEIDA - REPÓRTER
A Avenida Fernandes Lima parou, em mais um protesto, ontem pela manhã. Mobilizados pelas centrais sindicais - dos Trabalhadores do Brasil (CTB), CUT e Conlutas - e entidades filiadas, estudantes e trabalhadores rurais e urbanos de Alagoas realizaram uma grande passeata em Maceió, para protestar contra o Projeto de Lei 4330, que permite a terceirização de serviços.


Por causa da manifestação, escolas da rede estadual e municipal de ensino e alguns cursos universitários suspenderam as aulas. O trânsito ficou congestionado e muita gente acabou chegando atrasado ou faltando ao trabalho. No Comércio de Maceió, algumas lojas cerraram as portas diante da pressão dos manifestantes, que gritavam “fecha, fecha, fecha!”.



A concentração, em frente ao Cepa, no bairro do Farol, começou por volta das 8h. Às 9h30, os manifestantes ocuparam a Fernandes Lima e fecharam o trânsito, iniciando a caminhada rumo à Assembleia Legislativa Estadual (ALE), no Centro da cidade. Nas primeiras negociações com a polícia, que apenas acompanhou o cortejo pacífico, os manifestantes aceitaram ocupar apenas a faixa azul - destinada aos transportes coletivos - e liberar o resto da pista, mas não por muito tempo. A partir da primeira parada, em frente à Casa da Indústria, os policiais de trânsito tiveram que garantir a liberação de pelo menos uma faixa de trânsito. Os manifestantes insistiam em ocupar toda a largura da via. Um motoqueiro tentou furar o bloqueio, e houve um princípio de confusão.




FONTE: JORNAL GAZETA DE ALAGOAS

Veja como declarar o 13º salário e evite cair na malha fina

A partir de 2015, pedido de restituição pode ser feito na declaração anual.

G1 ouviu um especialista que deu dicas para evitar erros.



A partir da declaração do Imposto de Renda de 2015, com ano base 2014, aposentados e pensionistas com doenças graves têm facilidades para pedir a restituição do Imposto de Renda sobre o décimo terceiro salário. Para evitar erros que façam os contribuintes caírem na malha fina, o G1 ouviu um especialista. Confira!
“Antes de 2014, ano base 2013, você não precisava informar porque ele não seria recuperável. Até o ano passado, ele [o contribuinte] precisava, através de outros tipos de instrumentos, solicitar reposição na Receita Federal. Hoje, para facilitar a vida desse tipo de contribuinte, pode solicitar essa restituição”, explicou Antônio Gil Franco – Diretor de Impostos e Capital Humano da Ernest & Young.






Segundo o especialista, são beneficiados pela nova regra contribuintes cujo pagamento é referente à aposentadoria, reforma (em caso de militares), pensão, por doença grave ou acidente em serviço.
“Pegou extrato por invalidez ou doença grave, verificou que tem 13º e tem imposto, ele tem como na declaração ter o resultado de restituição desse imposto. Antes, ele só conseguia restituir a renda sobre a aposentadoria em si”, completou Antônio Gil.
Como fazer:
Ainda de acordo com o diretor de impostos, a melhor forma de solicitar a reposição, sem correr o risco de cair na malha fina, é incluir os rendimentos no “campo de rendimentos isentos e não tributáveis”.

“Quando ele clica para colocar os rendimentos isentos, vai abrir campo para dizer quem pagou a ele, qual o nome da fonte, qual foi o rendimento de 13º salario, e qual o imposto pago sobre isso. A Receita entende que esse rendimento tinha quer ser não tributável. E o Imposto de Renda sobre o 13º que ele vai lançar, vai transportar para a restituição. Nesse ponto facilitou”, garantiu.
O especialista ressaltou que rendimentos tributáveis de Pessoa Jurídica só vai funcionar “se ele colocar em rendimentos não tributáveis”. “Reforma, pensão, só vai conseguir a restituição se colocar no campo. O rendimento recebido de pessoa jurídica, a Receita Federal vai entender que ele está tributando normalmente”, completou.
Imóveis e outras rendas
Caso o contribuinte tenha, no entanto, outros tipos de renda, ou um imóvel, estas “não estão isentas”. “Demais rendimentos, do trabalho normal, tem que ser no campo de recebidos de pessoa jurídica. Esses rendimentos não são de aposentadoria então, nesse caso são tributáveis. Ou vai cair na malha fina ou não vai ter a restituição liberada”, ressaltou.

Use o informe
Na hora de declarar corretamente o valor do décimo terceiro, o especialista indica que o informe de rendimentos é o principal aliado. “Os informes estão vindo com esse valor destacado”.

“Coloca exatamente como está sendo trazido no informe de rendimento. Até o caso de algum tipo de equívoco da própria empresa, tem como pedir para empresa fazer o acerto. O que ele não deve fazer por conta própria é ficar somando o imposto sobre o décimo terceiro para encontrar o [valor] bruto”, explicou.
Evite somar
O especialista ressaltou que muitos contribuintes estão “pegando imposto, somando o décimo terceiro”. No entanto, essa conduta é errônea.

“O décimo terceiro vem pelo líquido. Não tem que somar. É pegar o informe e fazer como se fosse o espelho. Passa a informação no campo. Não diminui nada, nem soma”, completou.
“Os contribuintes que não têm direito a essa isenção, porque ainda que declarem no campo correto, eles vão ter que colocar o rendimento do 13º e o imposto sobre o décimo terceiro. Para ajudar nesse processo, ainda não é obrigatório para todas as empresas, mas quem quiser, podem disponibilizar o informe por meio de arquivo”.

Arquivo próprio
De acordo com Antônio Gil, esse arquivo próprio, disponibilizado pela Receita Federal, faz com o sistema consiga ler os dados. “Qual a vantagem? Não precisa errar digitação de número, nem ficar na dúvida”, garantiu.

“Em tese, como o décimo terceiro para os contribuintes normais, ele é um rendimento de tributação exclusiva, se você errar, em tese, entendo que vai caber apenas uma explicação, mas o resultado não vai mudar. Já não é um imposto que você vai ter devolução dele. Talvez a receita nem chame essas pessoas para malha fina porque é o primeiro ano”, analisou o especialista, que ressaltou que os erros que levam contribuintes à malha fina são de “preenchimentos muitas vezes.



FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO

Gisele Bündchen faz, em São Paulo, último desfile da carreira

Modelo desfilou pela última vez durante a São Paulo Fashion Week.

Com 20 anos de carreira, ela diz que vai continuar trabalhando na indústria.











A modelo Gisele Bündchen fez seu desfile de despedida na noite desta quarta-feira (15), durante a São Paulo Fashion Week. Com 20 anos de carreira, Gisele subiu à passarela pela última vez por volta das 21h15 para desfilar pela marca Colcci.
Durante o desfile, a fivela dos sapatos de Gisele soltou e ela quase perdeu o equilíbrio. Mas a modelo se manteve de pé e fez um sinal de positivo com as mãos. No fim, várias modelos foram à passarela com camisetas estampadas com o rosto de Gisele Bündchen.
"Sou muito grata por ter tido a oportunidade, aos 14 anos, de iniciar esta jornada. Hoje, após 20 anos nesta carreira, é um privilégio estar fazendo meu último desfile por escolha própria e ainda continuar trabalhando em outras facetas da indústria. #primeirodesfile #14anos", escreveu Gisele, em seu Instagram, nesta quarta.
Em março, ela anunciou sua aposentadoria das passarelas, mas não vai encerrar sua carreira de modelo e sim "focar em projetos especiais". "Ela também vai destinar mais tempo à sua prioridade número um: sua família", declarou, em uma nota oficial, Patricia Bündchen, irmã e representante da modelo no Brasil.
Mãe de dois filhos, a modelo de 34 anos é a mais bem paga do mundo, segundo a revista "Forbes", e já estava reduzindo sua presença nas passarelas há alguns anos.
Gisele Bündchen publica foto de quando começou carreira de modelo aos 14 anos (Foto: Reprodução/Instagram)Gisele Bündchen publica nesta quarta, dia de seu último desfile, foto de quando começou a carreira de modelo aos 14 anos (Foto: Reprodução/Instagram)
Casada com o ídolo do futebol americano Tom Brady, do time New England Patriots, a gaúcha tem dois filhos, Benjamin e Vivian. A família mora nos Estados Unidos. Nas redes sociais, a top publica fotos dos filhos e imagens de sua vida familiar, além de seu entusiasmo pela ioga e as atividades ao ar livre.
Gisele estreou como modelo aos 14 anos. Ao longo de duas décadas, criou uma carreira sólida que hoje é refletida em grandes campanhas que têm a modelo como garota propaganda, como da Chanel. Já trabalhou para marcas como Alexander Wang, Balenciaga, Valentino, Victoria's Secret, Versace e Louis Vuitton.
Mostrou também uma veia para os negócios: em 2011 criou sua própria marca de lingerie, Gisele Bündchen Intimates. Segundo a revista "Forbes", Gisele embolsou US$ 47 milhões no último ano. De acordo com a publicação, é a modelo mais bem paga do mundo e ostenta esse título há oito anos.
A modelo Gisele Bündchen posa para fotos durante o São Paulo Fashion Week, em São Paulo (Foto: Andre Penner/AP)A modelo Gisele Bündchen posa para fotos durante o São Paulo Fashion Week, em São Paulo (Foto: Andre Penner/AP)




FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO

Mensagem de Reflexão: Seja quem você é

Seja quem você é


Seja quem você é

Seja quem você é. Nunca tente ser outro e você ficará maduro. Maturidade é aceitar a responsabilidade de ser você mesmo, a qualquer preço. Arriscar tudo para ser você mesmo. Isso é o que é a maturidade.



(AUTOR NÃO REVELADO)

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Governo propõe salário mínimo de R$ 854 em 2016

Valor está no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias do ano que vem.

Salário mínimo serve de referência para mais de 46 milhões de pessoas.

O governo federal propôs que o salário mínimo, que serve de referência para mais 46 milhões de pessoas no Brasil, suba dos atuais R$ 788 para R$ 854 a partir de janeiro de 2016, com pagamento em fevereiro do próximo ano.

O percentual de correção do salário mínimo, pela proposta, será de 8,37% no próximo ano.
A informação consta na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O documento está sendo enviado hoje ao Congresso Nacional.
Para 2017 e 2018, respectivamente, a estimativa do governo para o salário mínimo é de R$ 900,1 e de R$ 961.
Formato de correção
A correção do salário mínimo é definida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice de inflação calculado pelo IBGE, do ano anterior ao reajuste, somada ao aumento do PIB de dois anos antes, o que proporciona ganhos reais – acima da inflação – para os assalariados, mas somente se o PIB tiver crescimento.

Essa fórmula valia até este ano, mas, recentemente o governo enviou uma Medida Provisória ao Congresso estendendo o formato até 2019.
Valor ainda pode mudar
Esse valor proposto para o salário mínimo em 2016 pelo governo federal, entretanto, ainda pode ser alterado no futuro, com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção (crescimento do PIB do ano de 2014 e da inflação, medida pelo INPC, deste ano). No ano passado, o PIB cresceu 0,1% e, para a inflação medida pelo INPC, a última previsão do mercado financeiro, feita na semana passada, é de uma alta de 8,34%.

O que estava previsto antes
Em 2012, quando enviou a proposta da LDO de 2013, o governo previa que o salário mínimo superasse a barreira dos R$ 800 já em 2015. Mas o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficou abaixo do que o governo esperava naquela época, o que resultou em uma alta menor do mínimo - para R$ 788 neste ano.

Em abril de 2013, na proposta da LDO do ano seguinte, o governo previa que o salário mínimo somaria R$ 849,78 em 2016. Em março do ano passado, na proposta da LDO de 2015, a estimativa do Executivo para o valor do salário mínimo de 2016 já havia recuado para R$ 839,24.



FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO

Ligação de orelhões da Oi em 15 estados será gratuita, diz Anatel

Decisão vale a partir desta quarta para ligações locais para telefones fixos.

Operadora não cumpriu meta de disponibilidade de orelhões.

As ligações locais feitas para telefones fixos em orelhões da Oi em 15 estados não poderão ser cobradas a partir desta quarta-feira (15). A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), depois que a operadora não atingiu o patamar mínimo de disponibilidade nesses estados.

Serviços de telefonia lideram lista de reclamações (Foto: Marcelo Marques/G1)Serviços de telefonia lideram lista de reclamações (Foto: Marcelo Marques/G1)





A medida vale para os estados de Alagoas,Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão,Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná,Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul,Santa Catarina e Sergipe.
Procurada pelo G1, a Oi informou que "cumpre a determinação da Anatel de conceder a gratuidade em chamadas para telefones fixos locais feitas a partir de sua rede de telefonia pública nos 15 estados indicados pela agência reguladora.  A medida é temporária e permanecerá em vigor até que os patamares de disponibilidade de orelhões nestes estados estejam nos níveis indicados pela Anatel".
A disponibilidade da planta de orelhões deve ser de no mínimo 90% em todas as Unidades da Federação e de no mínimo 95% nas localidades atendidas somente por orelhões (acesso coletivo). Segundo a Anatel, na medição feita em 31 de março a Oi não atingiu esse patamar nesses estados.
As ligações serão gratuitas até que os patamares de disponibilidade sejam alcançados, afirma a agência.
Novas medidas
Estão previstas novas medições para 30 de agosto de 2015, 29 de fevereiro de 2016 e 30 de agosto de 2016 e a cada seis meses.

Os telefones públicos que não alcançarem os patamares mínimos nessas medições terão gratuidade também, a partir de 1º de outubro, para ligações de longa distância nacional. A partir de 1º de abril de 2016, a gratuidade se estende para telefones móveis com o mesmo DDD; e a partir de 1º de outubro de 2016, para os telefones celulares com DDD diferente.


FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO

Especialistas apontam o que irrita os contribuintes na hora de declarar o IR

Vencimento de imposto sobre venda de imóvel pode causar transtornos.

Falta de comprovantes para pagamentos em dinheiro também foi citado.








Só de pensar no prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda (que termina no dia 30 de abril), muitos contribuintes já começam a sentir irritação.

Neste ano, os contribuintes podem fazer a declaração pelo Programa Gerador de Declaração, que pode ser baixado do site da Receita, ou pelo m-IRPF, aplicativo disponível para fazer o preenchimento em dispositivos móveis. Há também a declaração online, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC).

Algumas regras e detalhes do preenchimento da declaração fazem com que o cidadão entenda que há distorções e injustiças no processo.

Veja alguns casos citados por especialistas:

gastos em dinheiro (Foto: G1)




O professor de Ciências Contábeis da Estácio Jurandir Mauro Pereira comenta que uma das situações que irritam o contribuinte é a impossibilidade de comprovar pagamentos realizados com dinheiro.
“Em uma situação de despesa médica, por exemplo, o recibo não é suficiente e o contribuinte precisa apresentar o comprovante de que pagou com cartão, transferência bancária ou cheque. E se a pessoa pagou com dinheiro?”, questiona ele.
Pereira aponta que o mesmo vale para pagamentos de outros gastos dedutíveis, como despesas com educação. “Caso a Receita peça o comprovante, ela de cara pressupõe que o pagamento em dinheiro é ilegal, quando não é”, opina.

imposto vencido (Foto: G1)




O professor também considera motivos de revolta dos contribuintes as regras para recolher imposto sobre operações imobiliárias. “Quando você faz esse ganho na compra do imóvel, o imposto vence no mês seguinte. E o contribuinte acaba guardando para a declaração do ano que vem. Quando ele vai fazer, descobre que o imposto já está vencido desde o mês seguinte da operação”, afirma.

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contratos de gaveta (Foto: G1)




Outro motivo de contratempos são os documentos “não oficiais”, ou os chamados “contrados de gaveta”, segundo Marcos Crivelaro, professor de finanças da FIAP. “Para evitar uma suposição obtenção de vantagem, é preciso colocar na declaração de uma transação todos os dados de contrato, tudo que for documento oficial. Se a Receita fizer algum questionamento, é preciso que o contribuinte tenha documentos oficiais, e não um ‘contrato de gaveta’. A pessoa pode achar que é simples mas não é. Isso não tem valor oficial. A pessoa pode pagar multa, mais imposto, por um descuido”, alerta.

correria (Foto: G1)




O professor Jurandir Mauro Pereira também cita a “correria” em busca dos documentos necessários para a declaração, que causa transtornos a muita gente. Para evitar essa situação, ele recomenda não deixar para a última hora. “Muitas vezes o contribuinte deixa para os últimos dias e falta documentação. Tem que ter tempo hábil para preencher a declaração.”


FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO