sexta-feira, 27 de março de 2015

Ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, é velado nesta sexta-feira no Rio

Há anos, ele lutava contra uma Doença Pulmunar Obstrutiva Crônica.

Amigos destacam competência humorística do ator, que criou personagem.

Do G1 Rio
Está previsto para começar às 7h desta sexta-feira (27), no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio, o velório do ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho. Ele morreu, aos 89 anos, na manhã desta quinta-feira (26) em decorrência de complicações respiratórias. A cerimônia de cremação está marcada para as 15h no mesmo cemitério.
Jorge Loredo (em 400) - 1925-2015 (Foto: Ana Ottoni/Folhapress/Arquivo)Ato Jorge Loredo como Zé Bonitinho (Foto: Ana Ottoni/Folhapress/Arquivo)

















O ator ficou internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, desde o dia 3 de fevereiro. Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que ele foi transferido, no dia 13, da UTI para para a Unidade Cardio Intensiva. "Loredo lutava há anos contra uma Doença Pulmunar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave e um Efisema Pulmunar", informou o comunicado.
A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos. Apesar da idade, até dois anos atrás o humorista continuava trabalhando e usando as redes sociais para falar com os fãs e divulgar sua agenda de shows.

Amigos lamentam
"Ele é a história da comédia, é a história do riso. Eu diria que ele é um dos precursores desta arte de fazer rir", afirmou o ator Tony Tornado ao comentar a perda do amigo.

"Foi uma pena a gente ter perdido o Jorge. Escrevia muito bem. Além de comediante, era um bom humorista", lamentou Paulo Silvino.

Personagem
"Zé Bonitinho, o perigote das mulheres", como o personagem de Loredo se apresentava nos esquetes de humorísticos, fez parte do enredo "Beleza pura?" da escola de samba União da Ilha, que celebrou a beleza em suas várias interpretações. Zé Bonitinho se achava um galã irresistível, sempre ajeitando a cabeleira com um pente enorme, tão grande quanto seus óculos escuros.

Jorge Loredo nasceu em 7 de maio de 1925 (completaria 90 anos em 2015) e foi criado em  Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
A infância e a juventude foram marcadas por doenças graves para a época: aos 12 anos, com osteomielite na perna, sofria de dores constantes. Aos 20 anos, com  tuberculose, foi internado num sanatório, situação que acabou por lhe abrir as portas para a carreira. Incentivado pelos médicos, participou de um grupo teatral no hospital e descobriu sua vocação para os palcos.
O personagem Zé Bonitinho foi criado por Loredo, inspirado num colega que se achava um grande galã. O ator costumava imitá-lo nas festas, arrancando gargalhadas. Zé Bonitinho estreou na televisão em 1960 no programa “Noites Cariocas”, exibido pela extinta TV Rio, com os primeiros textos roteirizados por Chico Anysio.
Bordões
Em 2010, ano em que completou 50 anos, Zé Bonitinho continuava na TV, no humorístico “A praça é nossa”. O irresistível personagem tinha bordões inesquecíveis, que Loredo repetia com a voz impostada de um conquistador: "Câmera, close; microfone, please", ou "Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!".

Jorge Loredo e Selton Mello no set de 'O palhaço' (Foto: Divulgação)Jorge Loredo e Selton Mello no set de 'O palhaço', filme de 2011 do qual o ator participou (Foto: Divulgação)
No final dos anos 50, Loredo já era famoso com o mendigo filósofo que interpretava na TV Rio no programa “Rio cinco para as cinco’ e depois em “A praça é nossa”, com Manoel de Nóbrega, a quem o mendigo se apresentava com o bordão "Como vai, meu nobre colega?".
O comediante Jorge Loredo, intérprete de Zé Bonitinho, em foto de março de 1999 (Foto: Agência O Dia/Estadão Conteúdo)Loredo em foto de março de 1999 (Foto: Agência O Dia/Estadão Conteúdo)

















O personagem usava fraque e cartola, bem esfarrapados, monóculo e luvas. O figurino, segundo contava Loredo, foi tirado de um filme em Charles Laugthon fazia o papel de um mendigo aristocrata.
O personagem surgiu por ideia de sua mãe, que na infância conhecera um mendigo elegante que ia à sua casa pedir comida, mas queria uma mesa montada na garagem com toalha de renda e tudo.
O mendigo filósofo fez tanto sucesso que Loredo teve como padrinho de casamento o ex-presidente Juscelino Kubistcheck. O que lhe valeu um bordão famoso. Ele terminava o quadro do mendigo dizendo: “Agora vou encontrar com aquele menino, o Juscelino...”.
Criou outros tipos: um italiano que não podia ver televisão porque queria quebrá-la; o profeta Saravabatana, que andava com uma cobra que dava consultas a mulheres; e o professor de português que tinha a voz do Ary Barroso.



FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO

Copiloto de avião passou 6 meses em tratamento psiquiátrico, diz jornal

Segundo jornal 'Bild', tratamento ocorreu antes de completar formação.

Revista diz que material apreendido em casa respalda tese de transtornos.


Policial faz busca em casa na cidade de Montabaur, de onde era o copiloto Andreas Lubitz (Foto: AFP PHOTO / PATRIK STOLLARZ)Policial faz busca em casa na cidade de Montabaur, de onde era o copiloto Andreas Lubitz (Foto: AFP PHOTO / PATRIK STOLLARZ)
O copiloto da Germanwings que supostamente jogou de forma proposital um Airbus A320 nos Alpes franceses esteve seis meses sob tratamento psiquiátrico antes de completar sua formação, afirmou nesta sexta-feira (27) o jornal alemão "Bild".
De acordo com o jornal, que cita como fontes "círculos da Lufthansa", as razões pelas quais Andreas Lubitz, de 28 anos, interrompeu sua formação em 2009 se deveram a uma grave depressão diagnosticada nesta época.
A edição digital da revista "Der Spiegel" afirma, além disso, que nas operações realizadas ontem durante horas nas duas casas do copiloto - a de seus pais e a própria, em Düsseldorf - foram apreendidos materiais que respaldam a tese dos transtornos psíquicos.
A revista não apresenta, no entanto, mais detalhes sobre os materiais apreendidos.
O "grave episódio depressivo" a que se refere o "Bild" ficou constatado, segundo o jornal, na ata sobre o copiloto do departamento de tráfego aéreo alemão sob o código "SIC", que se refere à necessidade de que sujeito em questão se submeta a "revisões médicas regulares".
O mesmo jornal revelou que o piloto tentou abrir a porta da cabine com um machado ao ficar trancado do lado de fora, antes da queda.
O fato de que o copiloto que causou a catástrofe aérea tenha interrompido durante um período relativamente longo sua formação na escola aérea da Lufthansa foi reconhecido pelo presidente da companhia, Carsten Spohr.
O próprio Spohr evitou, no entanto, especificar a que se deveu esta interrupção, alegando que está sob a prerrogativa da confidencialidade médica.
Lubitz começou sua aprendizagem aos 14 anos em um clube de aviação local e ingressou na escola de Brêmen da Lufthansa em 2007.
Em 2009 interrompeu por alguns meses essa formação, que retomou posteriormente até ingressar na Germanwings, filial de baixo custo da Lufthansa, em 2013.
Spohr reforçou ontem que, tanto ao ingressar na escola como ao retomar e completar sua instrução, Lubitz passou pelos mais rigorosos exames, tanto físicos como mentais.
Mapa queda de avião França V3 (Foto: G1)
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOB
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Mensagem de Reflexão: Algumas pessoas

Algumas pessoas


Algumas pessoas

Algumas pessoas são velhas com 18 anos e algumas são novas com 90… Tempo é uma concepção que os humanos criaram.



(AUTOR NÃO REVELADO)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Polícia faz buscas na casa de copiloto de voo que caiu na França

Andreas Lubitz, de 28 anos, era alemão; voo caiu na terça nos alpes.

Ele teria acionado mecanismo de descida do avião quando estava sozinho.











A polícia alemã realizou buscas na casa do copiloto Andreas Lubitz, que, segundo as autoridades francesas, "parece ter derrubado deliberadamente" o avião da Germanwings na última terça-feira (24) nos alpes franceses, e também em outros locais relacionados com o caso.

A polícia saiu da casa dos pais de Andreas, na cidade de Montabaur, com caixas e sacolas com pertences da família, além de um computador. Também foram feitas buscas em um apartamento em Düsseldorf, onde o copiloto morava, de acordo com a imprensa alemã.

Policial deixa casa do copiloto Andreas Lubitz em Montabaur, na Alemanha, carregando objetos pessoais dele (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)Policial deixa casa do copiloto Andreas Lubitz em Montabaur, na Alemanha, carregando objetos pessoais dele (Foto: Kai Pfaffenbach/Reuters)

Segundo a promotoria francesa disse nesta quinta-feira (26), o copiloto do avião da Germanwings assumiu o controle da aeronave enquanto o piloto estava do lado de fora da cabine. "Nenhuma mensagem de socorro ou urgência foi recebida por controladores de tráfego aéreo e nenhuma resposta foi dada a todas as chamadas dos vários controladores de tráfego aéreo", disse o promotor Brice Robin.

"A interpretação mais plausível para nós é que o copiloto, por uma abstenção voluntária, se recusou a abrir a porta da cabine para o capitão e acionou o botão para perda de altitude." Segundo a autoridade, ele estava respirando normalmente até o momento em que a aeronave bateu nas montanhas.
O copiloto Andreas Lubitz é visto em foto reproduzida de seu perfil no Facebook (Foto: Reuters)O copiloto Andreas Lubitz é visto em foto reproduzida de seu perfil no Facebook (Foto: Reuters)







Andreas Lubitz, de 28 anos, era alemão. Segundo o jornal "Bild", ele seria de Montabaur, em Rhineland-Palatinate, na Alemanha. Ele não estava em lista de suspeitos de terrorismo, e por enquanto não há base para afirmar que tenha sido um incidente terrorista.

O promotor de Marselha, Brice Robin, afirmou em uma entrevista coletiva que os registros de áudio mostram que o piloto deixou a cabine e que o copiloto se recusou a abrir a porta para a volta do tripulante.

Robin também afirmou que o copiloto acionou o mecanismo de descida do avião de maneira voluntária quando estava sozinho na cabine. Não houve alerta de emergência vindo do avião, segundo o promotor.
Policial faz busca em casa na cidade de Montabaur, de onde era o copiloto Andreas Lubitz (Foto: AFP PHOTO / PATRIK STOLLARZ)Policial faz busca em casa na cidade de Montabaur, de onde era o copiloto Andreas Lubitz (Foto: AFP PHOTO / PATRIK STOLLARZ)
Ainda de acordo com Robin, os sons da caixa-preta dão a entender que Andreas Lubitz estava bem e não parecia ter sofrido nenhum problema de saúde, como um AVC. Ele disse que só nos últimos minutos da gravação se ouvem gritos dos passageiros.
Segundo o promotor, durante os primeiros 20 minutos de voo, há uma troca de cortesias e até mesmo brincadeiras entre o piloto e o copiloto.
Quando o piloto começa a preparar o procedimento para a aterrissagem em Dusseldorf (Alemanha), o copiloto se mostrou mais "lacônico".
Depois que o comandante sai da cabine, o copiloto fica sozinho até o momento da queda.
"Por vontade própria, ele se negou a abrir a porta da cabine para o comandante", enfatizou.
"Ele não tinha nenhuma razão para impedir a volta do comandante ao cockpit", contou ainda Robin, acrescentando que o piloto pediu várias vezes acesso à cabine, sem obter resposta do copiloto.
acidente avião França polícia casa copiloto Alemanha (Foto: Michael Probst/AP)Polícia faz buscas na casa de copiloto na Alemanha (Foto: Michael Probst/AP)

Policiais são vistos perto de apartamento em Düsseldorf nesta quinta-feira (26), durante investigação sobre o copiloto da Germanwings (Foto: AFP PHOTO / DPA / MAJA HITIJ GERMANY OUT)Policiais são vistos perto de apartamento em Düsseldorf nesta quinta-feira (26), durante investigação sobre o copiloto da Germanwings (Foto: AFP PHOTO / DPA / MAJA HITIJ GERMANY OUT)
Sozinho na cabine, o copiloto "pressionou o botão de perda de altitude por uma razão que não fazemos nenhuma ideia, mas que pode ser visto como um desejo de destruir a aeronave", afirmou.
Com os dados que a investigação tem até agora, não se pode falar de suicídio, segundo o promotor, que reforçou que todas as informações são preliminares e que as investigações continuam.
De acordo com Robin, a análise da caixa-preta de dados irá ajudar os investigadores a entender melhor o que aconteceu. Por enquanto, não há indícios de envolvimento de outras pessoas.
O ministro alemão de Transportes, Alexander Dobrindt, disse que, segundo especialistas alemães, é "plausível" que o copiloto tera deliberadamente derrubado o avião da Germanwings
Piloto teria tentado arrombar a porta
Nesta quarta, uma fonte militar próxima das investigações disse sob anonimato ao jornal “New York Times” que a gravação da caixa-preta indica que um dos pilotos teria ficado trancado para fora da cabine e não teria conseguido voltar.

A fonte disse que a gravação indica que no começo do voo os dois pilotos conversavam de maneira tranquila e que depois um deles teria saído da cabine e não teria conseguido entrar de volta.
"O homem do lado de fora bate levemente na porta da cabine e não há resposta. Depois bate mais forte e sem resposta. Nunca há uma resposta", diz a fonte. Também seria possível escutar ele tentando arrombar a porta.
Segundo a Promotoria francesa, a interpretação mais plausível dos dados obtidos até agora aponta que o copiloto deliberadamente se recusou a abrir a porta da cabine para a volta do piloto.
Lufthansa chocada
Carsten Spohr, CEO da Lufthansa, disse em entrevista coletiva após a divulgação das informações que está sem palavras com a revelação de que o copiloto teria deliberadamente derrubado o avião da Germanwings.

Segundo o CEO da Lufthansa, o copiloto Andreas Lubitz começou seu treinamento em 2008, mas o interrompeu brevemente. Ele foi comissário de bordo enquanto não podia pilotar. Ele começou a atuar como copiloto da companhia em 2013. Ele estava "100% apto para voar, sem restrições", e passou em todos os exames de pilotagem e médicos.
Spohr também disse que não tem nenhuma informação sobre o motivo que levou o copiloto Andreas Lubitz a fazer o que fez. "O que aconteceu foi um incidente trágico individual, eu gostaria de enfatizar isso", disse. "Temos altos padrões, mas um caso único como este não pode ser previsto."
Brice Robin, o promotor de Marselha, fala sobre investigações em coletiva de imprensa no sul da França. À direita, o general David Gaultier olha para baixo com as mãos na cabeça (Foto: AP)Brice Robin, o promotor de Marselha, fala sobre investigações em coletiva de imprensa no sul da França. À direita, o general David Gaultier olha para baixo com as mãos na cabeça (Foto: AP)
Ele também explicou como funciona o acesso à cabine de comando. “Se um dos pilotos deixa a cabine, é possível chamar do lado de fora, o piloto pode olhar e ver quem quer entrar, e você pode abrir a porta controlada eletronicamente. Temos procedimentos – se o piloto saiu e o que ficou dentro está inconsciente, há um código que pode ser utilizado. Há um barulho dentro da cabine, e se ninguém abrir, a porta se abre eletronicamente. Mas a pessoa que está do lado de dentro pode impedir que a porta se abra.”
O que se sabe sobre a tripulação
Andreas Lubitz havia sido contratado em setembro de 2013 e tinha 630 horas de voo de experiência, informou a Lufthansa à AFP. Jornais internacionais disseram que Andreas se formou na escola de voo da Lufthansa em Bremen e obteve sua licença de voo em junho de 2010.

Ele vivia com os pais na cidade e também morava em Düsseldorf, afirmou a prefeita de Montabaur ao jornal "El País". O jornal espanhol afirmou ainda que o perfil de Andreas no Facebook foi apagado.
O promotor Brice Robin disse que não tem nenhuma informação sobre o perfil psicológico ou a filiação religiosa do copiloto.
Já o piloto do Airbus A320 tinha 10 anos de experiência e mais de 6.000 horas de voo, segundo a Germanwings. Identificado pelo jornal "Bild" como Patrick S., o piloto também era alemão.
Não explodiu
Segundo Rémi Jouty, diretor do BEA, órgão responsável pela investigação do acidente, a trajetória do avião indica que ele voou até a queda, descartando a hipótese de explosão no ar. "Isso não é a característica de um avião que explodiu em voo", disse, explicando a maneira como os destroços ficaram espalhados no terreno da queda. Ele se recusou a dizer se a tripulação estava consciente durante a queda e na hora do choque.

A última mensagem da cabine do avião para o controle de tráfego era rotineira, segundo a BEA. Um minuto depois, o avião começou a descida, que continuou até o impacto.
O radar acompanhou a aeronave até bem pouco antes do choque com a montanha. A aeronave perdeu contato com o tráfego aéreo francês quando estava a 6 mil pés de altura.
Segundo ele, é necessário comparar os dados das duas caixas-pretas para saber o que exatamente aconteceu com o avião acidentado. Isso pode levar dias, semanas ou meses. A segunda caixa-preta, que mostra dados do voo, ainda não foi encontrada.
Vítimas
As autoridades ainda não divulgaram a lista de passageiros e tripulantes embarcados no avião da Germanwings que caiu nos Alpes franceses. Porém, diante da notícia da tragédia, alguns familiares, empresas e órgãos oficiais dos países divulgaram nomes de pessoas que estavam no voo.

O Airbus A320 partiu de Barcelona, na Espanha, com destino a Düsseldorf, na Alemanha, e levava 150 pessoas – 144 passageiros e seis tripulantes.
Segundo informações da Germanwings, entre as vítimas do acidente havia 72 alemães, 35 espanhóis, 2 australianos, 2 argentinos, 2 iranianos, 2 venezuelanos, 3 americanos, 1 marroquino, 1 britânico, 1 holandês, 1 colombiano, 1 mexicano, 1 dinamarquês, 1 belga e 1 israelense.
A origem de algumas vítimas ainda é incerta, especialmente devido a casos de dupla nacionalidade. Devido à violência do acidente, as autoridades acham pouco provável encontrar sobreviventes. Conheça as histórias de algumas das vítimas.
Avião com parentes de vítimas decola de Düsseldorf, na Alemanha, nesta quinta (Foto: Reuters)Avião com parentes de vítimas decola de Düsseldorf, na Alemanha, nesta quinta (Foto: Reuters)
Mapa queda de avião França V3 (Foto: G1)
FONTE