quinta-feira, 14 de junho de 2018

Nesta quarta-feira, 13 de junho foi realizado o tradicional Forrobodó da Escola Miguel Matias, ''Forrobodó Retrô Copa'', em Campo Alegre - AL




































































































































































































































































Há dias que a equipe ''Miguel Matias'' tem trabalhado duro para a realização de um dos tradicionais festejos juninos que já é marca registrada nesse estabelecimento de ensino(Escola Miguel Matias), que neste ano, dá-se ênfase ao Forrobodó Retrô Copa.

O Grande Arraiá (Desfile Junino) conhecidíssimo "Forrobodó", da Escola Municipal de Educação Básica Miguel Matias, do município de Campo Alegre - AL, que funciona com turmas do 1º ao 5º ano, EJA - Educação de Jovens e Adultos, Mais Educação, foi realizado na tarde desta quarta-feira, 13 de junho, próximo  às 4(quatro) horas, com o Desfile Junino pelas principais ruas de Campo Alegre: Desfile de carroças, rainhas do milho, com muito forró pé de serra, numa homenagem à Copa do Mundo 2018 da Rússia, focando a história e títulos de alguns times que irão participar da Copa. Alunos(as) trajavam roupas ao pique da Seleção Brasileira de Futebol e de outras. A população campo alegrense assistiu a esse evento e aplaudiu de pé no momento em que o desfile passava pelas ruas.

Apresentando aos alunos, a cultura do Brasil que marca a tradição e o conhecimento amplo da região Nordeste. Na oportunidade, carroças de burro desfilavam com nomes de países; também referenciando a cultura nordestina, lembrando o dia, 13 de junho, Dia Santo Antônio - O santo casamenteiro; São João, em 24/06; e São Pedro, em 29/06! Locução: Renilton Silva.

Lembrando que neste ano de 2018, serão essas 32 seleções que disputam a Copa da Rússia: Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uruguai, Portugal, Espanha, Marrocos, Irã, França, Austrália, Peru, Dinamarca, Argentina, Islândia, Croácia, Nigéria, Brasil, Suíça, Costa Rica, Sérvia, Alemanha, México, Suécia, Coreia do Sul, Bélgica, Panamá, Tunísia, Inglaterra, Polônia, Senegal, Colômbia e Japão.

Tradicional Forrobodó da Escola Miguel Matias, na sua 8ª edição, já é sucesso todos os anos. Muita alegria, música e animação. Alunos, pais de alunos, professores, cuidadores, funcionários, apoiadores, coordenadores, diretores, convidados e público em geral participaram do desfile.


Música: Forrobodó
Compositor: professor Edeilson

Forrobodó forrobodó forrobodó
Forrobodó forrobodó forrobodó
Forrobodó forrobodó forrobodó
São João na Miguel é o melhor

Forrobodó forrobodó forrobodó
Forrobodó forrobodó forrobodó
Forrobodó forrobodó forrobodó
São João na Miguel é o melhor

Na Escola Miguel Matias
São João é mais São João
A tradição continua, juventude vai pra rua
Arrastando a multidão

Os professores trazendo alegria
E o povo cantando e dançando
Dia e noite, noite e dia

O São João é assim
O São João maravilhoso
Meu São João é assim
Vai ser sempre assim o São João mais famoso

É tradição, é curtição, é alegria
É multidão, é emoção, é poesia
Todo dia é forró, é forró todo dia
Tradição do forró, é na Escola Miguel Matias
Todo dia é forró, é forró todo dia
Tradição do forró, é na Escola Miguel Matias



OBS.: Essa música é tema do São João da Escola Municipal de Educação Básica Miguel Matias, do Tradicional Forrobodó

Após o Desfile Junino pelas principais ruas de Campo Alegre, aconteceram belíssimas apresentações no pátio da escola, no comando da coordenadora e professora Patrícia Ferreira, onde todos caracterizados ao evento, festejavam às festas juninas. Um arraiá no capricho, com muito forró, comidas típicasCanjica, pipoca, milho cozido, pamonha, bolo de milho e muito mais.

Seguindo o evento, o diretor e professor Luciano Torres, ao lado do professor, Maurício Jesuíno, comandaram ao sorteio do balaio junino, que este ano mais uma vez foram sorteados dois balaios, um pro aluno e outro pro funcionário, quando o mesmo agradeceu a colaboração de seus funcionários, professores, alunos e etc, pelo trabalho realizado, e agradeceu a presença de todos.

Estiveram presentes também nesse evento: Representantes da Secretaria Municipal de Educação deste município e outros convidados especiais. 

Escola Municipal de Educação Básica Miguel Matias - Educando com Responsabilidade.
Localizada na Rua Senador Máximo, centro, Campo Alegre - Alagoas

Diretores: Professor, Luciano Torres; professora, Giselma Vieira e professora Quitéria Silva

Coordenadores: Professores Patrícia Ferreira, Selma Oliveira, e André Nascimento.



OBS.: Agradecemo ao Murilo Bispo e às demais pessoas que cederam as fotos para nossa postagem.




RENILTON SILVA - PROFESSOR E RADIALISTA

SINTEAL convoca profissionais ligados à educação em Campo Alegre – AL, para uma Assembleia Geral, nesta sexta-feira, 15/06, às 10 horas da manhã, na Escola Miguel Matias




O Sinteal – Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas por sua Diretoria do Núcleo Regional de São Miguel dos Campos convoca todos os profissionais do município de Campo Alegre para participar de uma Assembleia Geral, que acontecerá nesta sexta-feira, 15 de junho de 2018, às 10:00 horas da manhã, na Escola Municipal de Educação Básica Miguel Matias, na Rua Senador Máximo, Centro, Campo Alegre - AL.

Na pauta serão abordados os seguintes assuntos:

*Informes gerais;
*Proposta da gestora municipal (Prefeita Pauline Pereira)

O SINTEAL acata a decisão da categoria e espera que tudo seja resolvido da melhor forma possível.


Participe você também!



RENILTON SILVA – PROFESSOR E RADIALISTA

domingo, 10 de junho de 2018

Neste domingo,10/06, Domingo Musical Forrozão 2018, com Renilton Silva, pela Campo Alegre FM, das 13:00 às 18:00 horas


Hoje, 10 de junho, das 13:00 às 18:00 horas, ao vivo, o programa Domingo Musical Forrozão 2018, com muito forró, alegria e descontração, pela Rádio Comunitária Campo Alegre FM. Locução, técnica de som, apresentação e comunicação: Renilton Silva – O locutor das emoções.


Confira o que teremos no programa DOMINGO MUSICAL FORROZÃO 2018, deste domingo: 10/junho/2018


Luiz Gonzaga 
Alcymar Monteiro 
Assisão 
Dominguinhos 
Flávio José 
Genival Lacerda 
Jackson do Pandeiro 
Jorge de Altinho 
Amelinha 
Elba Ramalho 
Marinês
Nando Cordel  
Mastruz com Leite 
Cavalo de Pau
Calango Aceso 
Banda Aquárius 
Rabo de Saia  
Mel com Terra 
Novinho da Paraíba 
Desejo de Menina 
Baby Som 
Eliane 
Noda de Caju
Sebastião do Rojão 
Trio Nordestino 
Os Três do Nordeste 
Catuaba com Amendoim 
Banda Magníficos 
Mexe Vile 
Washington Brasileiro 
Forró Balancear 
Limão com Mel 
Chá de Hortelã 
Zinho 
Coronel Ludugero 


Radio Comunitária Campo Alegre FM 105.9 MHZ – A emissora da Associação cultural e Comunitária de Radiodifusão de Campo Alegre, comandada pelo empresário Jorginho Matias, filho do ex-prefeito, Jorge Matias.
Atenção: O Programa Domingo Musical foi ao ar pela primeira vez, no dia 14 de abril de 2002. Este ano, nosso programa fez dezesseis anos de existência.
Obrigado a todos(as) pela sintonia!

RENILTON SILVA – PROFESSOR E RADIALISTA

Mensagem de Reflexão: Agilize suas metas

Agilize suas metas



É momento para organizar suas tarefas a serem realizadas nesta semana

Tenha sempre um propósito de vida

Planeje, elabore e coloque suas ideias em prática

Tome uma atitude positiva e siga com suas propostas

Tenha uma excelente semana



(AUTOR RENILTON SILVA)

sábado, 9 de junho de 2018

Maior tenista da história do Brasil, Maria Esther Bueno morre aos 78 anos



Ex-número 1 do mundo e detentora de 19 títulos de Grand Slam, entre simples e duplas, paulistana faleceu nesta sexta-feira vítima de um câncer

Ao longo de sua premiada carreira, Maria Esther Andion Bueno ficou conhecida como a Bailarina do Tênis. A alcunha fez jus à plasticidade de seu jogo gracioso e à habilidade com a raquete. A verdade, no entanto, é que a maior jogadora do país em todos os tempos foi além: quebrou paradigmas, brilhou em um esporte em que o Brasil tinha pouca representatividade, ganhou notoriedade no círculo mais restrito do esporte e deixou um legado indelével. Sua vida poderia ganhar muitos outros adjetivos. Maria Esther foi uma vencedora, única e formidável. Lendária. A ex-tenista, um dos grandes nomes da história do esporte brasileiro, repousou nesta sexta-feira, 8 de junho, aos 78 anos, vítima de um câncer.

Ela estava internada no Hospital Nove de Julho, na capital paulista. Ela não teve filhos. A morte foi confirmada pelo sobrinho de Maria Esther, Pedro Bueno. O velório acontece neste sábado, de 8h às 15h, no salão oval do palácio do governo de São Paulo.

No ano passado, Maria Esther havia retirado um câncer do lábio, mas o tumor se espalhou para a garganta. Ela, então, passou por sessões de radioterapia no Hospital Albert Einstein e apresentou melhora no quadro. Entretanto, a situação se agravou no último mês de abril. Enquanto jogava tênis - hobby que nunca deixou de praticar -, sentiu dores e, de início, pensou se tratar de uma lesão. Mas após uma visita ao médico e novos exames, se descobriu que um novo câncer havia se espalhado por outros órgãos do corpo. A ex-jogadora optou por não fazer quimioterapia. Desde então, ela vinha sendo tratada com imunoterapia. Maria Esther continuava lúcida e, na terça-feira, chegou a assistir ao jogo entre Novak Djokovic e o italiano Marco Cecchinato pelas quartas de final de Roland Garros.

Com 19 títulos de Grand Slam, Maria Esther Bueno é considerada a maior tenista brasileira de todos os tempos, tendo alcançado o posto de número 1 do mundo em quatro temporadas (1959, 1960, 1964 e 1966). Ela conquistou o seu 1º título de Grand Slam em Wimbledon, em 1959, aos 19 anos. Em 1960, ganhou os quatro Grand Slams de duplas ao vencer na Austrália, com Christine Truman, e em Wimbledon, Roland Garros e no Aberto dos Estados Unidos, todos em parceria com Darlene Hard. No total, ganhou 589 títulos ao longo de sua carreira. Ela entrou para o hall da fama em 1978. Primeiro título em Wimbledon veio aos 19 anos

Maria Esther Bueno começou a jogar tênis de maneira despretensiosa, em companhia do irmão mais velho, Pedro, no Clube de Regatas Tietê, na zona norte de São Paulo. Ambos foram levados ao esporte pelo pai, Pedro Augusto, sócio número 5 do Tietê, que tinha o tênis como maior paixão embora trabalhasse como tesoureiro.

A proximidade do clube, que ficava a uma calçada de distância da casa da família, e a empolgação do pai com o esporte elitista influenciaram Maria Esther de maneira profunda - ela só descobriria o quanto no futuro, quando desfilaria suas artes na Inglaterra. No Tietê, ela lapidou seu backhand de uma mão e um jogo de rede agressivo, suas marcas registradas. Gostava de contar que era auto-didata em quase tudo no que dizia respeito ao tênis.

Em 1954, então com apenas 14 anos, o baile realmente começou. Maria Esther ganhou o título brasileiro contra rivais muito mais velhas na época. Três anos depois, conquistou o importante torneio Orange Bowl, para tenistas júnior, na Flórida. Curiosamente, ela havia conseguido viajar para a competição graças a uma passagem, somente de ida, fornecida pelo clube. A dificuldade só fez reforçar a trajetória gloriosa que veio a seguir.



Entre 1958 e 1977, quando se aposentou oficialmente, Maria Esther Bueno - cujo nome fãs e personalidades estrangeiras encurtaram para Maria Bueno - ergueu 71 troféus, dos quais 19 em campeonatos do Grand Slam: sete em simples, 11 em duplas e um em duplas mistas. O palco em que mais brilhou foi justamente o mais antigo e importante de todos: Wimbledon. Na grama sagrada do All England Lawn Tennis and Croquet Clube, em Londres, ela amealhou três taças em simples (1959, 1960 e 1964) e outras cinco em duplas (1958, 1960, 1963, 1965 e 1966). O primeiro título de Grand Slam veio aos 19 anos.

Tamanho sucesso levou a menina que batia bola às margens do Rio Tietê a lugares impensáveis. Primeiro a alçou ao posto de número 1 do ranking mundial em 1959. Com o sucesso, ganhou em apelo popular a ponto de virar selo dos Correios em homenagem às suas vitórias em Wimbledon.

Em meados da década de 1960, ela estava no auge. E chegou à sua cidade natal para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de 1963 como grande estrela do evento. Antes de ganhar o ouro nas simples e ser prata nas duplas, a brasileira teve de driblar um incidente inusitado, do qual costumava rir.

- A principal recordação foi de um acontecimento um dia antes do início dos Jogos. Tinha ganhado um filhote de cachorro e estávamos brincando quando acidentalmente ele mordeu minha mão direita e rasgou bastante a parte interna de um dos dedos. Foi preciso fazer vários pontos e visitas diárias ao hospital durante o torneio para que eu pudesse jogar (com muita dificuldade para segurar a raquete) a semana toda. Os jogos foram todos relativamente fáceis e na final venci uma ex-campeã de Roland Garros, uma das melhores jogadoras mexicanas e especialista em quadras de saibro, Yolanda Ramirez, por 6/3 e 6/3 - disse ela em entrevista à "Folha de S.Paulo", em 2003.

O fenômeno não foi maior apenas porque Maria Esther atuou em uma época sem ferramentas de comunicação tão eficientes e quando os torneios eram amadores. A profissionalização do tênis foi sedimentada em 1968, com mudanças nas regras de premiação que inauguraram a chamada era aberta. A brasileira, já acometida por lesões nos braços e pernas, competiu pouco depois disso. Fez algumas exibições e conquistou um único título, o Aberto do Japão de 1974.



A distância das quadras não fez com que fosse menos reverenciada por seus pares e pelo mundo. Em 1978, foi indicada ao Hall da Fama do tênis. Além dela, somente Gustavo Kuerten recebeu a honraria, em 2012 - enquanto via o tricampeão de Roland Garros entrar para a elite do esporte, teve de lidar com a perda do irmão, Pedro, que a ajudara nos tempos de Clube Tietê e de quem era muito próxima. Há quatro anos, Maria Esther também recebeu a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão de São Paulo, as mais altas distinções da cidade em que nasceu. No ano seguinte, recebeu homenagem na abertura do Centro Olímpico de Tênis dos Jogos Olímpicos do Rio.

- Eu não tenho palavras para expressar a minha gratidão e o quanto eu estou feliz. Este é um dos dias mais felizes de minha vida e, sem dúvida, uma das maiores homenagens que eu já recebi em vida. Fico tremendamente emocionada. Não posso nem dizer o quanto significa ter conseguido colocar meu nome em um estádio tão maravilhoso, um estádio olímpico. Tenho certeza que as Olimpíadas no Brasil serão as melhores do mundo. Todos perguntavam se os Jogos iam ficar prontos, ninguém confiava na gente - disse ela em 2015.



A ex-tenista foi garota-propaganda de um dos patrocinadores da Olimpíada do Rio e conduziu a chama olímpica no revezamento da tocha em julho de 2016. Também participou da cerimônia de encerramento do megaevento, onde carregou a bandeira brasileira antes da execução do hino nacional.

Em meio às ações como embaixadora, nas duas últimas décadas ela começou a divulgar o esporte em que brilhou. Tornou-se comentarista da TV Globo/SporTV e da rede britânica BBC. Em fevereiro deste ano, ela participou da transmissão do SporTV do Rio Open.

Maria Esther costumava afirmar que gostava de dar informações sobre os bastidores dos atletas, dos eventos e do jogo em vez de fazer uma análise ponto a ponto das partidas. Faz todo o sentido para alguém que fez do tênis um balé. Ou uma poesia. Ou uma elegante fantasia. Tudo se encaixa na descrição que inúmeros especialistas da modalidade fizeram ao longo de décadas de Maria Esther Bueno, agora ícone eterno do esporte brasileiro.


FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO