A VIDA ESTÁ NOS OLHOS
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É preciso a certeza de que tudo vai mudar; É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós: onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração; Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver ... Se não houve frutos, valeu a beleza das flores. Se não houve flores, valeu a sombra das folhas. Se não houve folhas, valeu a intenção da semente. (AUTOR DESCONHECIDO) |
segunda-feira, 6 de maio de 2013
MENSAGEM DE REFLEXÃO: A vida está nos olhos
domingo, 5 de maio de 2013
Quatro policiais vão a júri popular por morte de PC Farias e namorada
Julgamento começa nesta segunda em Maceió quase 17 anos após crime.
PC e Suzana Marcolino foram encontrados mortos em quarto em 1996.
Do G1*
encontrado morto em sua casa de praia ao lado da namorada, Suzana Marcolino; possível mandante continua um mistério (Foto: Dida Sampaio/AE)
Quase 17 anos após o crime, começa nesta segunda-feira (6), em Maceió, o
júri popular de quatro policiais acusados de duplo homicídio do
empresário Paulo César Farias, o PC Farias, e da namorada, Suzana
Marcolino, ocorrido em 23 de junho de 1996 em uma casa de praia em
Guaxuma, Alagoas.
O júri popular deve ter início às 13h no Tribunal do Júri do Fórum de
Maceió, presidido pelo juiz Maurício Breda, e deve durar cinco dias.
Enfrentam o banco dos réus os seguranças de PC Farias: Adeildo Costa dos
Santos, Reinaldo Correia de Lima Filho, Josemar Faustino dos Santos e
José Geraldo da Silva. Saiba mais sobre os quatro réus
Entenda o caso
PC Farias foi tesoureiro de campanha do ex-presidente Fernando Collor de Mello em 1989 e, à época do assassinato, respondia em liberdade condicional a diversos processos, entre eles sonegação fiscal, falsidade ideológica e enriquecimento ilícito. Ele foi encontrado morto ao lado da namorada na casa de praia de sua propriedade.
Os PMs que o encontraram eram responsáveis pela segurança particular de PC Farias.
Eles respondem por duplo homicídio triplamente qualificado (por motivo
torpe, uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e
impunidade). Segundo a Promotoria, eles agiram por omissão, porque
estavam presentes na cena do crime, mas relataram não ter ouvido os
tiros e não impediram as mortes.
“Não houve um suicídio. Se não houve suicídio, alguém a matou”, afirmou ao G1 o
promotor do caso, que pedirá aos jurados a condenação dos seguranças
pela omissão. Caso a tese seja aceita, as penas de cada homicídio serão
somadas para cada um dos réus.
Inicialmente, a morte foi investigada como crime passional. Perícia
preliminar do legista Badan Palhares, então da Universidade de Campinas
(Unicamp), apontou que Suzana teria assassinado o namorado por ciúmes e
depois se suicidado. Esta também foi a tese alegada pelos PMs.
Depois que o legista George Sanguinetti, em uma perícia paralela,
contestou o suicídio, uma equipe de peritos forneceu à polícia um novo
laudo que derrubou a tese devido à trajetória dos tiros e concluiu que
houve duplo homicídio. “As provas são claras”, afirmou Sanguinetti em
entrevista ao G1. “Ele [PC] foi arrumado na cama. A posição dele não compactuava com o trajeto para que ele recebesse o tiro na cama.”
Com base no novo laudo, em 1999 a polícia chegou a indiciar o deputado
Augusto Farias, irmão de PC Farias, como autor intelectual dos crimes.
Ele negou envolvimento, e o Supremo Tribunal Federal mandou arquivar o
inquérito em 2002, por falta de provas. Desde então, não há suspeita de
quem tenha sido o mandante dos assassinatos.
Absolvição
A defesa dos seguranças confia na completa absolvição dos seguranças. Entre as testemunhas arroladas para falar no julgamento estão o perito Badan Palhares e Ingrid Farias, filha de PC Farias, que deve afirmar que o pai não queria mais o relacionamento com Suzana.
A defesa dos seguranças confia na completa absolvição dos seguranças. Entre as testemunhas arroladas para falar no julgamento estão o perito Badan Palhares e Ingrid Farias, filha de PC Farias, que deve afirmar que o pai não queria mais o relacionamento com Suzana.
Augusto César Farias, irmão de PC, e Cláudia Dantas, mulher pela qual o
empresário deixaria Suzana, devem reforçar a tese. “A família não
acredita em duplo homicídio, mas na tese que Suzana matou PC e depois
cometeu suicídio”, afirmou o advogado José Fragoso Cavalcanti ao G1.
Ao todo, devem ser ouvidas 8 testemunhas de acusação e 19 de defesa.
Encerrada essa fase, começa o interrogatório dos réus, que têm o
direito de permanecer em silêncio. Nesse caso, o silêncio não significa
confissão. Também não é permitido que o réu fique algemado, exceto se
comprovada a necessidade.
Lacunas nas investigações podem dividir os jurados e deverão ser
exploradas por defesa e acusação durante a fase de debates, que sucede
os interrogatórios, assim como a ausência de um mandante, um mistério
que se estende por quase duas décadas.
Para especialistas, no entanto, nenhum desses fatores impede o júri popular.
“Para que alguém seja levado a júri popular, bastam indícios de autoria
e prova de materialidade. Há dois cadáveres e pelo menos indícios de
que os policiais estavam fazendo a guarda da casa do casal e deixaram o
assassino passar. Isso pode indicar duas coisas: ou eles foram
distraídos ou teriam alguma ligação com os executores ou os mandantes do
assassinato”, analisa o presidente da Associação dos Magistrados
Brasileiros, Nelson Calandra Calandra.
Por fim, os jurados se reúnem na sala secreta, o que deve ocorrer
apenas na sexta-feira (10) para proferir o veredicto do caso. Com base
nele, culpado ou inocente, o juiz vai redigir a sentença e dosar a pena,
se houver condenação, ou o alvará de soltura, se determinada a
absolvição.
(*Com reportagem de Rosanne D'Agostino, enviada especial a Maceió; Carolina Sanches e Michelle Farias, do G1 AL; e Tahiane Stochero, do G1 em São Paulo)
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Inter sofre na Serra, mas bate Ju nos pênaltis e conquista o tri do Gauchão
Partida terminou em 0 a 0 no tempo normal e Inter levou o título na disputa dos pênaltis, por 4 a 3
Por Diego Guichard
Direto de Caxias do Sul (RS)
Um título que valeu por dois. Na tarde deste domingo, o Inter venceu o
Juventude por 4 a 3 nos pênaltis, no Centenário, em Caxias do Sul, e
saboreu a sua supremacia durante todo o Gauchão. Com a vitória, a equipe
do técnico Dunga, que já havia conquistado o primeiro turno, também
levou para casa a Taça Farroupilha e, de quebra, o direito de soltar o
grito de tricampeão.
A tranquilidade em erguer a taça sem a necessidade de dois jogos finais não foi vista no jogo contra o Juventude. Pelo contrário. Foi uma batalha. Houve equilíbrio durante praticamente toda a disputa, que terminou em 0 a 0, e teve de ser decidida nos pênaltis. Nas cobranças, a maior qualidade e tranquilidade do Inter prevaleceu. Moisés errou o último pênalti e deu o título ao adversário.
A tranquilidade em erguer a taça sem a necessidade de dois jogos finais não foi vista no jogo contra o Juventude. Pelo contrário. Foi uma batalha. Houve equilíbrio durante praticamente toda a disputa, que terminou em 0 a 0, e teve de ser decidida nos pênaltis. Nas cobranças, a maior qualidade e tranquilidade do Inter prevaleceu. Moisés errou o último pênalti e deu o título ao adversário.
Com o 42º título de Estadual assegurado, o Inter agora volta o foco
para as competições nacionais. Se prepara para a Copa do Brasil e
Brasileirão, enquanto o Juventude inicia os trabalhos visando a disputa
da Série D, não sem antes reclamar com intensidade de um gol anulado
pelo árbitro Márcio Chagas da Silva, ainda no primeiro tempo.
Primeiro tempo truncando
Primeiro tempo truncando
Assim que o árbitro Márcio Chagas da Silva deu o apito inicial, o time
de Dunga projetou-se ao ataque, tentando ocupar o setor ofensivo. Em
campo, Dunga escalava o que tinha de melhor: D’Alessandro, Diego Forlán,
Damião e companhia.
Só que a ofensividade não está restritamente ligada a efetividade. Do
lado Alviverde. Lisca surpreendeu ao colocar o volante Gustavo na vaga
do meia Rogerinho. Estava ali claramente armada uma retranca. Só que não
se tratava de uma estratégia sem fundamente. O treinador colocava os
10 jogadores de linha para marcar. Até mesmo os avançados Bergson e Zulu
auxiliavam, fechando as subidas dos laterais Gabriel e Fabrício.
Bronca do Ju
Nesse sistema de erro e acerto, o Ju trabalhava em cima dos erros colorados, cedendo a maior posse de bola ao adversário. Primeiro, aos 10 minutos, Willians acabou desarmado por Bergson na saída de bola. Do lance, surgiu um escanteio. E nesse cruzamento, o lance mais polêmico na partida. O zagueiro Rafael Pereira testou com competência e chegou a comemorar a abertura do placar. Só que Márcio Chagas entendia a marcação de falta em cima de Willians, anulando o gol.
A reposta colorada saiu em lance despretensioso aos 12. Gabriel cruzou em curva, de tal forma que a bola foi em direção a meta. Atendo, Fernando se espichou todo para evitar o prejuízo e acabou se colidindo com a própria trave. Seguiu no jogo, após atendimento médico.
O jogo era truncado, quase sem espaços. Aos 15, Bergson arriscou de fora da área. Muriel defendeu, sem problema. Instantes depois, o mesmo Bergson interceptou saída errada de Gabriel e cruzou para a área. Por detalhe, Zulu chegou atrasado.
Bronca do Ju
Nesse sistema de erro e acerto, o Ju trabalhava em cima dos erros colorados, cedendo a maior posse de bola ao adversário. Primeiro, aos 10 minutos, Willians acabou desarmado por Bergson na saída de bola. Do lance, surgiu um escanteio. E nesse cruzamento, o lance mais polêmico na partida. O zagueiro Rafael Pereira testou com competência e chegou a comemorar a abertura do placar. Só que Márcio Chagas entendia a marcação de falta em cima de Willians, anulando o gol.
A reposta colorada saiu em lance despretensioso aos 12. Gabriel cruzou em curva, de tal forma que a bola foi em direção a meta. Atendo, Fernando se espichou todo para evitar o prejuízo e acabou se colidindo com a própria trave. Seguiu no jogo, após atendimento médico.
O jogo era truncado, quase sem espaços. Aos 15, Bergson arriscou de fora da área. Muriel defendeu, sem problema. Instantes depois, o mesmo Bergson interceptou saída errada de Gabriel e cruzou para a área. Por detalhe, Zulu chegou atrasado.
Se a partida era morna em campo, esquentou com um princípio de
confusão. Willians sofreu falta na lateral de Bergson, e houve
empurra-empurra. D'Alessandro e Lisca discutiram na lateral, mas o juiz
mandou seguiu.
Até o final do primeiro tempo, não foram criadas oportunidades realmente claras. Pelo Inter, Rodrigo Moledo aproveitou cruzamento de Fabrício, mas desviou alto. Só que o Juventude saiu na bronca para o intervalo. O descontentamento estava no semblante fechado e tom de vez do técnico Lisca.
- Nós já sabíamos – resumiu.
Segundo tempo
Parte da torcida do Inter deu mal exemplo durante o intervalo. Houve briga entre torcidas e a Brigada Militar teve de intervir. Mas quando a bola voltou a rolar, os ânimos se acalmavam.
O panorama da partida seguida o mesmo: o Inter com iniciativa e o Juventude nos contra-golpes, de forma inteligente. Aos dois minutos, Fred tentou da intermediária. Bem colocado, Fernando defendeu.
E então veio o lance de Muriel na partida. Depois de cobrança de falta, Diogo ajeitou de cabeça e Zulo bateu como recomenda o manual de centroavantes: com força e velocidade. Só não contava com o braço salvador do camisa 1 do Inter, que se jogava no gramado e operava lance digno de beatificação.
Só que o Juventude recuava em excesso, se defendendo com duas linhas, deixando somente Zulu como referência ofensiva. Já o Inter ciscava, girava, mas pouco finalizava. Veio então um problema para Dunga. Damião caiu no gramado, chorando de dor. Teve de ser substituído por Caio. Ou seja, o treinador mudava o estilo de jogo: centralizava Forlán e abria lances de velocidade com o atleta recém ingresso. Do lado alviverde, Rogerinho entrava na vaga de Bergson.
A partida esquentou e ganhou intensidade nos minutos finais. Por duas vezes, Fernando salvou a equipe de Lisca. Após cruzamento de Forlán, Fabrício cabeceou e o goleiro fez grande defesa. Na sequência, Fred girou na intermediária e fez uma pancada precisa. Mais uma vez, o arqueiro espalmou.
O Inter tomou conta do jogo, amassou o adversário, mas a bola não entrou. Com isso, veio o drama dos pênaltis. E a angústia só aumentou para os colorados. O ídolo D'Alessandro cobrou o primeiro e perdeu. Mas depois Juan, Forlán, Fabrício e Caio marcaram e ainda contaram com o erro de Moisés para coroar a campanha com a taça.
Até o final do primeiro tempo, não foram criadas oportunidades realmente claras. Pelo Inter, Rodrigo Moledo aproveitou cruzamento de Fabrício, mas desviou alto. Só que o Juventude saiu na bronca para o intervalo. O descontentamento estava no semblante fechado e tom de vez do técnico Lisca.
- Nós já sabíamos – resumiu.
Segundo tempo
Parte da torcida do Inter deu mal exemplo durante o intervalo. Houve briga entre torcidas e a Brigada Militar teve de intervir. Mas quando a bola voltou a rolar, os ânimos se acalmavam.
O panorama da partida seguida o mesmo: o Inter com iniciativa e o Juventude nos contra-golpes, de forma inteligente. Aos dois minutos, Fred tentou da intermediária. Bem colocado, Fernando defendeu.
E então veio o lance de Muriel na partida. Depois de cobrança de falta, Diogo ajeitou de cabeça e Zulo bateu como recomenda o manual de centroavantes: com força e velocidade. Só não contava com o braço salvador do camisa 1 do Inter, que se jogava no gramado e operava lance digno de beatificação.
Só que o Juventude recuava em excesso, se defendendo com duas linhas, deixando somente Zulu como referência ofensiva. Já o Inter ciscava, girava, mas pouco finalizava. Veio então um problema para Dunga. Damião caiu no gramado, chorando de dor. Teve de ser substituído por Caio. Ou seja, o treinador mudava o estilo de jogo: centralizava Forlán e abria lances de velocidade com o atleta recém ingresso. Do lado alviverde, Rogerinho entrava na vaga de Bergson.
A partida esquentou e ganhou intensidade nos minutos finais. Por duas vezes, Fernando salvou a equipe de Lisca. Após cruzamento de Forlán, Fabrício cabeceou e o goleiro fez grande defesa. Na sequência, Fred girou na intermediária e fez uma pancada precisa. Mais uma vez, o arqueiro espalmou.
O Inter tomou conta do jogo, amassou o adversário, mas a bola não entrou. Com isso, veio o drama dos pênaltis. E a angústia só aumentou para os colorados. O ídolo D'Alessandro cobrou o primeiro e perdeu. Mas depois Juan, Forlán, Fabrício e Caio marcaram e ainda contaram com o erro de Moisés para coroar a campanha com a taça.
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Pato decide, Ganso e Fabuloso erram, e Corinthians está na final
Após empate sem gols, decisão por pênaltis tem erros de craques tricolores e cobrança polêmica de Pato. Peixe x Timão disputam o título
Por Diego Ribeiro e Cleber Akamine
São Paulo
Pato, Rogério Ceni, e um pênalti decisivo. Assim como no primeiro
clássico do ano entre São Paulo e Corinthians, na fase de classificação
do Paulistão, os dois craques ficaram frente a frente na disputa que
levou o Timão à decisão do estadual para enfrentar o Santos. Pato
precisou bater duas vezes para fazer 4 a 3 nas penalidades e classificar
os alvinegros – na primeira cobrança, Rogério Ceni se adiantou demais e
a arbitragem mandou voltar.
O Corinthians agora pega o Santos na final, com o primeiro jogo no
Pacaembu, no próximo domingo, e o segundo com o mando do rival na Vila
Belmiro. Pelo sétimo ano consecutivo o São Paulo cai na semifinal
estadual.
Os principais craques do São Paulo erraram: Ganso chutou por cima, e
Luis Fabiano parou em Cássio, que só precisou de uma defesa para ajudar o
Corinthians a se classificar. Após a polêmica do último pênalti, os
tricolores dispararam em direção ao árbitro Antônio Rogério Batista do
Prado, muito mal durante toda a partida.
Rogério Ceni bateu o primeiro e ainda cumprimentou Cássio. Na
sequência, se esticou, mas não alcançou a cobrança perfeita de Douglas.
Em seguida, Rafael Toloi e Romarinho mantiveram o empate. Na terceira
bola, Ganso chutou alto, longe, sem chances de gol. Fábio Santos
desempatou, Jadson devolveu a igualdade, que permaneceu com um chute de
Alessandro na trave. Fabuloso errou, e Pato decidiu.
Independentemente do resultado, o fato é que os dois rivais precisam
melhorar demais se quiserem avançar na Libertadores. O Timão precisa
vencer o Boca Juniors no próximo dia 15 de maio, no Pacaembu, enquanto o
Tricolor necessita bater o Atlético-MG na próxima quarta-feira, no
Independência. Ninguém mostrou gana suficiente para um jogo tão decisivo
quanto o Majestoso deste domingo.
Muita tensão para pouco futebol
O clássico cercado de expectativas, com jogadores técnicos dos dois
lados, não passou de promessa no primeiro tempo. Um jogo muito mais
brigado do que jogado, e com enorme colaboração do árbitro Antonio
Rogério Batista do Prado, que conseguiu a façanha de irritar as duas
equipes. Um pisão de Romarinho em Wellington deu início ao clima tenso,
que continuou com entradas duras de Rafael Toloi, nervosismo de
Romarinho e reclamações de todos os lados.
Esses fatores emocionais são importantes no clássico, mas não
suficientes para vencê-lo. É por isso que não houve grandes chances de
gol. O São Paulo sempre um pouco melhor, é verdade, já que jogava em
casa e contava com um Luis Fabiano esfomeado para balançar as redes em
uma partida decisiva – o melhor chute do primeiro tempo foi dele, de
fora da área, rebatido por Cássio.
O Tricolor foi melhor até quando ficou sem Osvaldo, logo aos 10 do
primeiro tempo, por causa de uma pancada no quadril - Douglas entrou em
seu lugar. A dupla formada por Ganso e Jadson abriu espaços e tentou
sempre servir Luis Fabiano. O camisa 9 até fez seu gol, aos 36 minutos,
mas estava impedido e o lance foi anulado. O Corinthians, aliás, correu
riscos com sua tática defensiva de sempre tentar deixar o adversário na
“banheira”.
A equipe de Tite se segurou demais, apostou apenas nos contra-ataques e
não levou perigo a Rogério Ceni. Muito marcado, Guerrero travou duelo
particular com Rafael Toloi, que reclamou:
- Ele deixa o braço toda hora e eu que levo cartão.
- Muita luta, tem que deixar o braço, futebol tem que ser assim - rebateu Guerrero, na saída para o intervalo.
Retraído e esperando o São Paulo, o Corinthians teve dificuldades para
atacar. Emerson Sheik e Romarinho foram muito abaixo da média, aceitando
a marcação adversária. Ao menos, os alvinegros conseguiram empatar o
placar de gols anulados: Gil mandou a bola para as redes aos 41 minutos,
mas também estava impedido. O clássico pegou fogo pela tensão, e não
pelo futebol bem jogado.
Só pênaltis dão emoção
Guerrero estava mesmo em um conflito permanente com os zagueiros
são-paulinos, irritado com a falta de oportunidades. Por isso, ele
resolveu ajudar de outras formas, saindo da área, atuando até como meia e
puxando o melhor contra-ataque do Corinthians no jogo: passe perfeito
para Emerson Sheik, que chutou para a primeira defesa de Rogério Ceni no
clássico. Mesmo com a quase assistência, Guerrero foi substituído por
Alexandre Pato.
A intenção de Tite era dar mais velocidade ao contra-ataque, claro, mas
o São Paulo percebeu logo a tática corintiana e tratou de não deixar o
rival jogar. Ligeiramente melhor, o Tricolor comandou as ações no seu
ritmo e chegou perto do gol aos 21 minutos: falta de Jadson, quase
desvio de Paulo Miranda e ótima defesa de Cássio.
A qualidade técnica do clássico continuou decepcionante, longe de
agradar os quase 30 mil pagantes no Morumbi - público também abaixo do
esperado. A arbitragem fraca permitiu novas polêmicas, quase todas
envolvendo Emerson Sheik. Uma mão no rosto de Wellington e uma entrada
mais forte em Paulo Miranda causaram revolta dos são-paulinos, que
queriam a expulsão do adversário. Sheik só levou amarelo. Atento e
precavido, Tite o substituiu por Douglas.
O Majestoso estava tão sem graça que o árbitro não quis saber de
acréscimos: encerrou a partida com 45 minutos cravados. Com as
penalidades, enfim um pouco de emoção após o morno segundo tempo.
Nas cobranças, o Corinthians foi mais preciso. Converteu quatro de
cinco cobranças, enquanto o Tricolor desperdiçou duas. O Timão faz mais
uma final contra o Santos. A terceira em cinco anos - as outras duas
foram em 2009, com título da equipe do Parque São Jorge, e 2011, com
conquista santista.
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Botafogo vence o Flu e conquista o seu 20º título do Campeonato Carioca
Rafael Marques marcou o gol da vitória
em Volta Redonda. Time, que venceu a Taça Guanabara, completa Taça Rio
com 100% de aproveitamento
A CRÔNICA
por
GLOBOESPORTE.COM
Pela terceira vez, Botafogo e Fluminense disputaram a final da Taça
Rio. Pela terceira vez, o caneco foi para General Severiano. E, com
isso, também o título estadual antecipado, sem necessidade de final, já
que os alvinegros venceram também a Taça Guanabara. No Raulino de
Oliveira, o time comandado por Oswaldo de Oliveira venceu por 1 a 0, gol
de Rafael Marques, e completou o segundo turno com 100% de
aproveitamento. É a 20ª conquista alvinegra do Campeonato Carioca. O
último título foi em 2010, também vencendo os dois turnos. O Botafogo,
porém, só sai do estádio com o troféu do turno - o estadual só será
entregue na festa de premiação dos melhores do campeonato.
Antes deste domingo, Botafogo e Fluminense só disputaram duas vezes a final da Taça Rio, com vitória alvinegra em ambas (1997 e 2008). Com a vitória em Volta Redonda, o Glorioso conquistou sua sétima Taça Rio. O clube lidera a lista dos maiores vencedores de turno desde 2004, quando ao atual regulamento foi estabelecido para o campeonato Carioca. De um total de 20 decisões, incluindo a deste domingo, foram nove taças para o Botafogo, seis para o Flamengo, duas para o Fluminense e uma para Vasco, Volta Redonda e Madureira.
Antes deste domingo, Botafogo e Fluminense só disputaram duas vezes a final da Taça Rio, com vitória alvinegra em ambas (1997 e 2008). Com a vitória em Volta Redonda, o Glorioso conquistou sua sétima Taça Rio. O clube lidera a lista dos maiores vencedores de turno desde 2004, quando ao atual regulamento foi estabelecido para o campeonato Carioca. De um total de 20 decisões, incluindo a deste domingo, foram nove taças para o Botafogo, seis para o Flamengo, duas para o Fluminense e uma para Vasco, Volta Redonda e Madureira.
O Botafogo - não bastasse o retrospecto, a maioria da torcida presente
no Raulino de Oliveira e o fato de jogar por um empate - também levou
vantagem no departamento médico. O único desfalque do técnico Oswaldo de
Oliveira era o meia Cidinho, que passará por cirurgia no joelho direito
na segunda-feira. Abel Braga, porém, teve trabalho para escalar a
equipe, com o grupo desgastado pela disputa simultânea da Libertadores e
da reta final do Carioca - o Tricolor volta a jogar na quarta-feira,
precisando vencer o Emelec, do Equador, em São Januário, para passar às
quartas de final da competição sul-americana..
No ataque tricolor, Fred, sem condição física para entrar em campo após se recuperar de um estiramento na panturrilha direita, e Rafael Sobis, com desgaste muscular, ficaram fora. Além deles, Deco, flagrado em exame antidoping, Marcos Júnior e Wellington Silva, também sem condição física, e Valencia, lesionado, foram desfalques.
Sem Fred, Sobis e Deco, coube a Thiago Neves e Wellington nem a função de conduzir o ataque tricolor. E a primeira chance surgiria no segundo minuto de jogo, em drible de Neves em Bruno Mendes que terminou em falta na intermediária. Jean, contudo, cobrou muito mal. A resposta foi de Lucas que, após boa troca de passes dos alvinegros, disparou um petardo pela direita, mas para fora.
O clima era tenso. Em escanteio aos 5 minutos, Marcelo Mattos agarrou Carlinhos - quase arrancou sua camisa -, que tentou revidar com uma cotovelada. Thiago Neves se meteu na discussão e saiu com cartão amarelo. Marcelo de Lima Henrique parecia ter dificuldade de controlar os ânimos. Pouco depois, Wellington Nem fez falta dura em Marcelo Mattos e, na sequência, foi derrubado por Gabriel. Nova confusão em campo, cartões para Nem e Gabriel.
No ataque tricolor, Fred, sem condição física para entrar em campo após se recuperar de um estiramento na panturrilha direita, e Rafael Sobis, com desgaste muscular, ficaram fora. Além deles, Deco, flagrado em exame antidoping, Marcos Júnior e Wellington Silva, também sem condição física, e Valencia, lesionado, foram desfalques.
Sem Fred, Sobis e Deco, coube a Thiago Neves e Wellington nem a função de conduzir o ataque tricolor. E a primeira chance surgiria no segundo minuto de jogo, em drible de Neves em Bruno Mendes que terminou em falta na intermediária. Jean, contudo, cobrou muito mal. A resposta foi de Lucas que, após boa troca de passes dos alvinegros, disparou um petardo pela direita, mas para fora.
O clima era tenso. Em escanteio aos 5 minutos, Marcelo Mattos agarrou Carlinhos - quase arrancou sua camisa -, que tentou revidar com uma cotovelada. Thiago Neves se meteu na discussão e saiu com cartão amarelo. Marcelo de Lima Henrique parecia ter dificuldade de controlar os ânimos. Pouco depois, Wellington Nem fez falta dura em Marcelo Mattos e, na sequência, foi derrubado por Gabriel. Nova confusão em campo, cartões para Nem e Gabriel.
Botafogo (Foto: Ricardo Ayres / Photocamera)
Aos 19 minutos, um lance incomum: Dória tentou buscar uma bola que
sairia pela lateral, escorregou e deu um carrinho involuntário no tripé
da câmera e no cinegrafista da Rede Globo Marcos Vinícius. O zagueiro
precisou de atendimento, mas voltou para o jogo sem problemas. E bem.
Impediu o que seria a melhor chance tricolor. Primeiro atrapalhou o
voleio de Thiago Neves, em cruzamento de Carlinhos. Em seguida, foi
preciso no corte da bola que sobraria limpa para Wellington Nem, só com
Jefferson à frente.
Com Seedorf bem marcado, o meio de campo do Botafogo tinha dificuldades para criar. Até que aos 28 minutos, Lodeiro de um passe brilhante para Rafael Marques, em posição legal, mandar para o fundo da rede. A arbitragem se equivocou e marcou o impedimento. O Tricolor respondeu à altura: aos 31 minutos, Rhayner recebeu de Wellington Nem e fuzilou. Jefferson tirou com a ponta dos dedos em bela defesa. Aos 36, novamente o goleiro alvinegro salvou a equipe, em bola venenosa que bateu em Bolívar e entraria no gol.
A disputa continuava tensa: Rhayner e Marcelo Mattos receberam cartões por faltas duras praticamente seguidas. Mas o momento de alegria chegou aos 40 minutos. Lucas arriscou de longe, Dória tentou dominar e acabou ajeitando na medida para Rafael Marques abrir o placar. Foi o quarto gol do atacante no Campeonato Carioca. Aos 43, Fellype Gabriel ainda teve excelente chance de ampliar após cruzamento de Seedorf. Mas, livre na área, de frente para o gol, bateu por cima do travessão. A deixa para o apito.
No intervalo, Rafael Marques falou sobre o seu gol e a tensão na partida:
- Atacante tem que ser assim. A bola sobra e a gente tem que estar pronto para fazer. A bola sobrou para o Dória e eu estava ali para fazer o gol. É normal isso acontecer (confusões no início do jogo). É clássico e final, mas já deu uma acalmada.
Abel Braga, por sua vez, reclamou da arbitragem e afirmou que o Fluminense foi melhor:
- Estava satisfeitíssimo com a atuação da minha equipe. Só fiquei nervoso, mas depois que o menino (Gabriel) puxou a camisa do Wagner é segundo amarelo, mas aí não teve coragem de dar. Para mim é um dos melhores árbitros do Brasil, mas você não pode amarelar todo mundo e não expulsar. Meu time jogou 44 minutos bem e o Botafogo, só um.
A etapa final começou com outro gol anulado, em cabeceio de Bolívar, mas dessa vez sem polêmica. Melhor no jogo, o Botafogo voltou do vestiário disposto a empurrar os tricolores para o seu campo de defesa. Aos nove minutos, Rafael Marques de novo teve boa chance, em cruzamento de Seedorf, mas, pressionado, concluiu sem direção. Pelo lado direito, especialmente com Lucas, o Botafogo tinha espaço para atacar, mas o Fluminense não encontrava brechas semelhantes do outro lado.
Thiago Neves e Wellington Nem tentavam na base dos toques curtos e rápidos, como na chegada à área aos 19 minutos, mas acabavam cercados por diversos alvinegros. Neves resolveu, então, tentar de longe, aos 20, mas Jefferson não estava inclinado a facilitar. Pouco depois, Seedorf deu para Lodeiro tentar encobrir Diego Cavalieri, mas a bola foi pela linha de fundo. Rhayner por pouco não empatou aos 22. Bolívar conseguiu desvio providencial. No minuto seguinte, Jean passou pelos marcadores na raça e a bola sobrou dividida para o goleiro Jefferson e Leandro Euzébio. Melhor para o alvinegro.
Com Seedorf bem marcado, o meio de campo do Botafogo tinha dificuldades para criar. Até que aos 28 minutos, Lodeiro de um passe brilhante para Rafael Marques, em posição legal, mandar para o fundo da rede. A arbitragem se equivocou e marcou o impedimento. O Tricolor respondeu à altura: aos 31 minutos, Rhayner recebeu de Wellington Nem e fuzilou. Jefferson tirou com a ponta dos dedos em bela defesa. Aos 36, novamente o goleiro alvinegro salvou a equipe, em bola venenosa que bateu em Bolívar e entraria no gol.
A disputa continuava tensa: Rhayner e Marcelo Mattos receberam cartões por faltas duras praticamente seguidas. Mas o momento de alegria chegou aos 40 minutos. Lucas arriscou de longe, Dória tentou dominar e acabou ajeitando na medida para Rafael Marques abrir o placar. Foi o quarto gol do atacante no Campeonato Carioca. Aos 43, Fellype Gabriel ainda teve excelente chance de ampliar após cruzamento de Seedorf. Mas, livre na área, de frente para o gol, bateu por cima do travessão. A deixa para o apito.
No intervalo, Rafael Marques falou sobre o seu gol e a tensão na partida:
- Atacante tem que ser assim. A bola sobra e a gente tem que estar pronto para fazer. A bola sobrou para o Dória e eu estava ali para fazer o gol. É normal isso acontecer (confusões no início do jogo). É clássico e final, mas já deu uma acalmada.
Abel Braga, por sua vez, reclamou da arbitragem e afirmou que o Fluminense foi melhor:
- Estava satisfeitíssimo com a atuação da minha equipe. Só fiquei nervoso, mas depois que o menino (Gabriel) puxou a camisa do Wagner é segundo amarelo, mas aí não teve coragem de dar. Para mim é um dos melhores árbitros do Brasil, mas você não pode amarelar todo mundo e não expulsar. Meu time jogou 44 minutos bem e o Botafogo, só um.
A etapa final começou com outro gol anulado, em cabeceio de Bolívar, mas dessa vez sem polêmica. Melhor no jogo, o Botafogo voltou do vestiário disposto a empurrar os tricolores para o seu campo de defesa. Aos nove minutos, Rafael Marques de novo teve boa chance, em cruzamento de Seedorf, mas, pressionado, concluiu sem direção. Pelo lado direito, especialmente com Lucas, o Botafogo tinha espaço para atacar, mas o Fluminense não encontrava brechas semelhantes do outro lado.
Thiago Neves e Wellington Nem tentavam na base dos toques curtos e rápidos, como na chegada à área aos 19 minutos, mas acabavam cercados por diversos alvinegros. Neves resolveu, então, tentar de longe, aos 20, mas Jefferson não estava inclinado a facilitar. Pouco depois, Seedorf deu para Lodeiro tentar encobrir Diego Cavalieri, mas a bola foi pela linha de fundo. Rhayner por pouco não empatou aos 22. Bolívar conseguiu desvio providencial. No minuto seguinte, Jean passou pelos marcadores na raça e a bola sobrou dividida para o goleiro Jefferson e Leandro Euzébio. Melhor para o alvinegro.
Abel Braga resolveu sacar Edinho e lançar Felipe. Também trocou
Wellington Nem por Michael. Minutos depois, Oswaldo de Oliveira tirou o
autor do gol, Rafael Marques, para a entrada de Vitinho.
O panorama da
partida, contudo, pouco mudou. O Fluminense insistia em tentar furar o
ferrolho no meio de campo, proporcionando perigosos contra-ataques ao
Botafogo.
Aos 33 minutos, cruzamento para a área e gol de Dória. Marcelo de Lima Henrique, contudo, marcou pênalti de Digão em Bolívar antes da conclusão do lance. O comentarista de arbitragem da Rede Globo, Arnaldo Cezar Coelho, criticou a decisão:
- Ele tinha que esperar um pouquinho. Se o Botafogo perder o pênalti, a arbitragem prejudicou. Um árbitro com experiência tem que esperar um pouquinho - disse Arnaldo.
Dito e feito. Na cobrança, já aos 35, Seedorf carimbou o travessão. Mas não houve maiores consequências para o resultado final. O Botafogo, bem arrumado, valorizava a posse de bola, enquanto o Fluminense não conseguia acertar uma boa sequência de passes. A torcida, ciente de que uma virada já era praticamente impossível, cansou de conter o grito. Para o time e para Seedorf, substituído nos últimos minutos para sair de campo aclamado pela arquibancada. Um belo final para uma campanha impecável. Botafogo, campeão carioca de 2013.
Aos 33 minutos, cruzamento para a área e gol de Dória. Marcelo de Lima Henrique, contudo, marcou pênalti de Digão em Bolívar antes da conclusão do lance. O comentarista de arbitragem da Rede Globo, Arnaldo Cezar Coelho, criticou a decisão:
- Ele tinha que esperar um pouquinho. Se o Botafogo perder o pênalti, a arbitragem prejudicou. Um árbitro com experiência tem que esperar um pouquinho - disse Arnaldo.
Dito e feito. Na cobrança, já aos 35, Seedorf carimbou o travessão. Mas não houve maiores consequências para o resultado final. O Botafogo, bem arrumado, valorizava a posse de bola, enquanto o Fluminense não conseguia acertar uma boa sequência de passes. A torcida, ciente de que uma virada já era praticamente impossível, cansou de conter o grito. Para o time e para Seedorf, substituído nos últimos minutos para sair de campo aclamado pela arquibancada. Um belo final para uma campanha impecável. Botafogo, campeão carioca de 2013.
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Brasil monitora possíveis ameaças terroristas durante a JMJ no Rio
Governo brasileiro está em contato com outros países, como EUA.
Polícias estaduais terão todo o efetivo nas ruas; Força Nacional virá ao Rio.
Priscilla Souza
Do G1 Rio
O governo brasileiro está trocando informações com governos de outros
países para detectar possíveis ameaças externas que coloquem em risco a
segurança de peregrinos e do Papa Francisco durante a Jornada Mundial da
Juventude (JMJ), que será realizada de 23 a 28 de julho no Rio de Janeiro. A informação é do Ministério da Justiça.
Apesar do Brasil não ter histórico de atentados terroristas, essa é uma
das principais preocupações em relação à segurança pública nos grandes
eventos previstos no Brasil. Após a Copa das Confederações, a JMJ será
um desafio para as autoridades levando em consideração algumas
características peculiares do evento como a grande quantidade de
público, e o fato dos peregrinos ficarem "espalhados" pela cidade, em
várias atividades paralelas.
Nossa maior preocupação é com a grande quantidade de pessoas"
José Monteiro, do Ministério da Justiça
A jornada deve atrair cerca de 2,5 milhões de pessoas do Rio, cerca de
um terço da população da cidade, que é de 6,3 milhões, segundo dados do
Censo 2010 do IBGE.
"A Jornada Mundial da Juventude traz complexidades diferentes em razão
da quantidade de pessoas envolvidas, diferentemente da Copa do Mundo e
das Olimpíadas que têm presença menor de público.
A nossa maior
preocupação é a grande quantidade de pessoas. Em qualquer lugar do
mundo, em um evento dessa proporção, tem que se adotar uma série de
medidas para garantir a movimentação dessas pessoas da maneira mais
segura e tranquila", afirmou o coordenador de operações da Secretaria
Extraordinária de Segurança de Grandes Eventos (Sesge) do Ministério da
Justiça, José Monteiro.
Ligação direta: Brasil-EUA
A chegada de tantos turistas nacionais e internacionais, aumentando a circulação de pessoas na cidade, exigirá um esforço de inteligência para identificar ameaças terroristas. O atentado na maratona de Boston (EUA), no dia 15 de abril, que deixou três mortos e mais de 280 feridos, alertou o governo brasileiro.
A chegada de tantos turistas nacionais e internacionais, aumentando a circulação de pessoas na cidade, exigirá um esforço de inteligência para identificar ameaças terroristas. O atentado na maratona de Boston (EUA), no dia 15 de abril, que deixou três mortos e mais de 280 feridos, alertou o governo brasileiro.
"É claro que isso chama a atenção, mas nós estamos trabalhando com
todas as possibilidades de criminalidade desde o início. Isso nos faz
ter certeza de que o planejamento foi construído da maneira correta.
Estamos em conversação com o governo americano para ter mais infomações.
Temos tido contato com diversos países para que haja benefício à
segurança nesses grandes eventos. Qualquer informação que outro país
julgue útil para o governo brasileiro será passada para que possamos
tomar as providências necessárias", frisou José Monteiro.
'Colados' no Papa
A segurança aproximada do Papa Francisco envolverá 60 agentes da Polícia Federal, em regime de escala, de acordo com a coordenação de segurança da Sesge. Dentre eles, há atiradores de elite e um agente que ficará "colado" no Pontíficie durante todo o tempo.
A segurança aproximada do Papa Francisco envolverá 60 agentes da Polícia Federal, em regime de escala, de acordo com a coordenação de segurança da Sesge. Dentre eles, há atiradores de elite e um agente que ficará "colado" no Pontíficie durante todo o tempo.
Acostumado a atuar junto a chefes de estado, esse tipo de policial tem
um treinamento diferenciado com o objetivo de proteger a pessoa – até
mesmo se jogando na frente de um tiro – e retirá-la do local rapidamente
caso haja qualquer perigo.
Chamado no jargão policial de "mosca", esse policial será a "sombra" do
Pontíficie no Rio e ficará até mesmo no altar, um pouco atrás do Papa
Francisco, durante as missas.
Numa escala de 1 a 4, o esquema de segurança aproximada do Papa é nível
1 – a mais rigorosa. Segundo a coordenação de segurança da Sesge, o
tratamento é semelhante ao dispensado ao presidente dos EUA, Barack
Obama, durante visita ao Brasil em 2011. A diferença é que os chefes de
estado costumam frequentar ambientes fechados, ao contrário do Papa que
fica mais exposto por ser, além de chefe de estado, líder religioso.
Acompanhados do chefe de segurança do Vaticano, os policiais federais
assumem a segurança do Papa logo na chegada à Base Aérea do Galeão, no
Rio. Os agentes acompanham o Pontíficie também nos trajetos percorridos
com helicópteros das Forças Armadas.
Qualquer homem disponível deverá ser mobilizado. Férias, licenças e cursos estão sendo suspensos"
Roberto Alzir, subsecretário de Grandes Eventos
Esforço máximo no policiamento
Embora o esquema de policiamento das forças estaduais de segurança não esteja totalmente definido até a divulgação da agenda oficial do Papa Francisco durante a JMJ, a Subsecretaria Extraordinária de Grandes Eventos da Secretaria de Segurança do Rio informou que empregará todo o efetivo no policiamento.
Embora o esquema de policiamento das forças estaduais de segurança não esteja totalmente definido até a divulgação da agenda oficial do Papa Francisco durante a JMJ, a Subsecretaria Extraordinária de Grandes Eventos da Secretaria de Segurança do Rio informou que empregará todo o efetivo no policiamento.
De acordo com a Secretaria de Segurança, em todo o estado, são cerca de
44 mil policiais, entre civis e militares. Policiais de outros
municípios podem reforçar o patrulhamento ostensivo na capital. Para o
subsecretário Roberto Alzir, essa será a operação "mais complexa" de
segurança realizada no Rio.
"O secretário José Mariano Beltrame, com autorização do governador
Sérgio Cabral, já transmitiu às duas polícias que todo e qualquer homem
disponível durante esse período deverá ser mobilizado para essa operação
porque provavelmente será a operação mais complexa de segurança que
vamos realizar no Rio de Janeiro, se aproximando do que serão as
Olimpíadas. Então, férias, licenças e cursos estão sendo suspensos",
disse Alzir, acrescentando que os policiais vão trabalhar através do
Regime Adicional de Serviço (RAS), que remunera os agentes que trabalham
no período de folga.
De acordo com o Ministério da Justiça, o policiamento ostensivo nas
ruas será reforçado por 1.700 agentes da Força Nacional de Segurança que
serão enviados ao Rio de Janeiro. Como o G1 já havia informado, o esquema de segurança conta ainda com 12.500 militares das Forças Armadas, além de policiais federais e rodoviários federais.
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
DICA DE SAÚDE: Saiba quais são as diferenças dos sintomas de resfriado, gripe e dengue
Médicos listam sinais para identificar doenças que podem ser parecidas.
Em geral, resfriado, gripe e dengue se manifestam nessa ordem de gravidade.
Luna D'Alama
Do G1, em São Paulo
Com a chegada do outono e a proximidade do inverno, é comum surgirem
sintomas como febre, dor de cabeça, dor muscular e cansaço. Esses sinais
são ainda mais frequentes entre pessoas que passam muito tempo em
ambientes fechados, como escritórios e o transporte público. Aí vem a
dúvida: "Será que o que eu tenho é resfriado, gripe ou dengue?"
Para diferenciar os principais sinais de cada uma dessas doenças, que muitas vezes podem se confundir, o G1 ouviu médicos especialistas no assunto.
Segundo o clínico geral e infectologista Paulo Olzon, da Escola
Paulista de Medicina/Unifesp, o resfriado atinge principalmente as vias
aéreas superiores (nariz, faringe e laringe) e raramente dá febre –
quando há, é baixa. Já a gripe pode acometer as vias aéreas inferiores
(traqueia e pulmões, onde ficam os brônquios, bronquíolos e alvéolos). A
dengue, por sua vez, manifesta sintomas pelo corpo todo, mas não há
comprometimento respiratório, como tosse, dor de garganta, coriza e
catarro.
Outros sintomas dessas três doenças podem ser mais ou menos severos,
dependendo da imunidade da pessoa, da idade e da exposição prévia ao
vírus – no caso da dengue, se o paciente já teve contato com o tipo 1,
pode apresentar sintomas mais fortes ao pegar algum dos outros três.
Durante os meses mais frios, porém, o número de vítimas da dengue costuma diminuir, pois o mosquito transmissor Aedes aegypti precisa de calor e umidade para se proliferar.
Já o resfriado é causado pelos rinovírus e outros cinco grupos principais, enquanto a gripe é transmitida pelos vírus influenza A,
B ou C. A cada vez que um indivíduo é exposto a um tipo de vírus, fica
imunizado, mas o problema é que esses micro-organismos sofrem mutações
muito rapidamente, o que pode fazer com que uma pessoa tenha gripe ou
resfriado centenas de vezes ao longo da vida.
De forma geral, os sintomas comuns ao resfriado, à gripe e à dengue
aparecem de forma menos intensa no primeiro, moderada no segundo e
severa no terceiro, de acordo com o infectologista Caio Rosenthal, do
Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e do Instituto de
Infectologia Emílio Ribas.
Além disso, segundo o médico, é difícil diferenciar os sintomas da
gripe comum e da suína, a A (H1N1). Rosenthal destaca que elas são
provocadas por diferentes subtipos de influenza, mas os sinais
são muito parecidos e se confundem. Atualmente, a melhor forma de se
prevenir contra a gripe é tomar a vacina anual, que protege contra os
três tipos de influenza que mais circularam no ano anterior: desta vez, são o A (H1N1), o A (H3N2) e o B.
| Características | Resfriado | Gripe (comum e H1N1) | Dengue |
|---|---|---|---|
|
|
Não chega a 38º C | Costuma ser alta, acima de 38º C | Alta, de início súbito |
|
|
Fraca | Intensidade média | Forte |
|
|
Fraca | Intensidade média | Forte. Também causa dor nos ossos e nas articulações, razão pela qual também é conhecida como "doença quebra-ossos" |
|
|
Pode haver | Pode haver | Não |
|
|
Fraca | Geralmente forte | Não |
|
|
Sim | Sim | Não |
|
|
Sim | Sim | Sim, com tontura e moleza |
|
|
Fraco | Médio | Intenso |
|
|
Intensa | Intensa | Não |
|
|
Intenso | Intenso | Não |
|
|
Não | Pode haver | Pode haver |
|
|
Apenas quando há conjuntivite associada | Apenas quando há conjuntivite associada | Sim, e piora com o movimento dos olhos |
|
|
Não | Não | Sim, principalmente no tórax e nos braços. É mais comnum na dengue hemorrágica ou na fase final do tipo clássico |
|
|
Não | Sim, associados à febre | Sim, associados à febre |
|
|
Comum e associado à perda do paladar e do olfato | Comum e associado à perda do paladar e do olfato | Comum e associado à perda do paladar |
|
|
Geralmente não há, mas pode evoluir para uma sinusite | Pneumonia, broncopneumonia, otite, bronquite, sinusite e insuficiência respiratória | Ocorrem nos casos mais graves, como o tipo hemorrágico. Pode haver sangramento, insuficiência circulatória e choque, entre outros problemas, sendo capaz de levar à morte |
|
|
De dois a quatro dias. Em fumantes, pode chegar a uma semana | Uma semana | De 10 a 12 dias |
| Fontes: Infectologista Caio Rosenthal, do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas; clínico geral e infectologista Paulo Olzon, da Escola Paulista de Medicina/Unifesp, e Ministério da Saúde | |||
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Compositor cubano César Portillo morre aos 90 anos
Autor de 'Contigo en la distancia' e 'Tú mi delirio' morreu neste sábado (4).
Nat King Cole, Caetano Veloso e Luis Miguel regravaram suas canções.
Da France Presse
Portillo de La Luz' (Foto: Reprodução)
"Portillo de la Luz, o lendário autor de clássicos como 'Contigo en la distancia', morreu na manhã deste sábado em Havana, aos 90 anos", e atendendo a sua vontade o corpo será "cremado", revelou o ministério, citado pela agência cubana Prensa Latina.
Nascido em Havana em 31 de outubro de 1922, Portillo de la Luz começou a cantar aos 19 anos e entre 1940 e 1950 seu trabalho como compositor ganhou fama nas casas noturnas da capital cubana.
Caracterizadas pelo lirismo de seus textos e por um amplo sentido harmônico, as canções de Portillo de la Luz foram interpretadas por cantores de todas as gerações, entre eles Nat King Cole, Caetano Veloso, José José, Lucho Gatica, Plácido Domingo, Luis Miguel e Christina Aguilera.
"Sua vasta obra autoral enriqueceu o patrimônio cultural de Cuba com temas como 'Contigo en la distancia' e 'Tú mi delirio', que contam com mais de 100 versões", destaca a enciclopédia digital cubana EcuRed.
Portillo de la Luz compôs mais de 30 canções, entre elas "Amor es eso", "Canción para este día", "Interludio", "Son al son", "Sabrosón", "Noche cubana", "Realidad y fantasía" e "Perdido amor".
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
Sarney sente dor no peito e é atendido em hospital de Brasília
Senador do PMDB passou por exames e foi liberado na noite de sábado (4).
Segundo assessoria de imprensa, 'está tudo tranquilo' e dor era muscular.
Do G1, em Brasília
News)
O senador José Sarney
(PMDB-AP), de 83 anos, sentiu dores no peito na noite de sábado (4) e
foi encaminhado para o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal.
Após passar por exames, ele foi liberado pela equipe médica ainda na
noite de sábado.
De acordo com o hospital, o atendimento foi rápido e os exames descartaram complicações cardíacas - veja abaixo nota divulgada.
Segundo a assessoria de imprensa do senador, ele foi ao hospital tirar
dúvidas após sentir um desconforto. No entanto, após eletrocardiograma e
exame de sangue, os médicos identificaram que a dor era muscular. "Está
tudo tranquilo", afirmou a assessoria.
Sarney, que foi presidente do Senado e presidente da República, completou 83 anos no mês passado.
No ano passado, Sarney ficou internado em São Paulo após ter corrido risco de um infarto.
Na ocasião, fez exames que detectaram o entupimento de uma artéria e
foi submetido a um cateterismo seguido de uma angioplastia.
Veja nota divulgada pelo hospital.
"NOTA À IMPRENSA
O Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF) informa que
nesta noite (04/05) o senador José Sarney, após sentir leve desconforto,
esteve na instituição onde foi submetido à avaliação cardiológica.
Os exames apresentaram resultados normais, o senador recebeu alta
hospitalar e será acompanhado nas próximas horas pela equipe médica.
Diretora Médica
CRM DF 13127
Dr. João Gabbardo
Superintendente
CRM RS 11144
Anna Virgínia Souza
Assessora de Comunicação
Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF)"
FONTE: G1 - O PORTAL DE NOTÍCIAS DA GLOBO
MENSAGEM DE REFLEXÃO: O urso faminto
O URSO FAMINTO
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![]() Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores. Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina... Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava. O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida. Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida. O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo. Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes. Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos. Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve. Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. Solte a panela! (AUTOR DESCONHECIDO) |
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